sábado, 3 de fevereiro de 2018
O Caminho do Perverso - Personagens Ativos
Fantoche
Jogador: Gabriel
Jogador: Gabriel
Lady kruokoff
Jogador: Kaio
É uma mestiça de humanos com alguma criatura das sombras. Sinistra, porém ao mesmo tempo abusada e promíscua.
Lovell Capistrant
Jogador: NPC
Lovell é um jovem e ambicioso mago. É misterioso em relação ao seu passado.
Sir Morghan Medrant
Jogador: NPC
Sir Morghan é um Tyrant de Asmodeus, um guerreiro maldito treinado e devoto. Tem uma postura arrogante e carrancuda.
Walter Under Shadows
Jogador: Thomas
Jogador: NPC
Sir Morghan Medrant
Jogador: NPC
Sir Morghan é um Tyrant de Asmodeus, um guerreiro maldito treinado e devoto. Tem uma postura arrogante e carrancuda.
Walter Under Shadows
Jogador: Thomas
Este clerigo de Asmodeus já foi um servo de Mitra. Porém, traições em sua juventude o fizeram renunciar ao senhor da Luz. Hoje ele busca apenas servir seu poderoso mestre e ganhar poder com isso.
domingo, 31 de dezembro de 2017
Roll20 - Despertar do Devorador - 57º Sessão
28/01/18
O grupo segue a oeste após combaterem as fadas
corruptas. Após algumas horas de caminhada percebem estarem sendo observados
por sátiros.
Anoitece e durante o período de
descanso o grupo é atacado por oito sátiros corruptos. Quatro são abatidos em
menos de quatro segundos enquanto o resto foge.
Chegam a uma clareira com uma
torre no centro. Suas janelas está escurecidas como obsidiana. Encontram rastros
e a porta esta entreaberta. Resolvem entrar e explorar o local.
Durante esta entrada,
percebem que na orla da clareira são observados por pixies nas arvores.
Tanto os sátiros quanto os
pixies são obviamente corrompidos com um fungo roxo e são obviamente
morto-vivos.
O grupo sobe em uma uma
escada em espiral chegando em uma grande sala. Na sala, deitado há um esqueleto
de cerca de 3,5m e a sua frente um outro esqueleto petrificado em uma armadura
de bronze soldado.
O esqueleto deitado irradia
uma leve aura de necromancia enquanto o em pe irradia transmutação. O esqueleto
deitado possui runas na cabeça. Natasha, Thandrar e Israfel pegam poções de
energia positiva concentrada.
Há outras portas no local.
Na porta sul encontram um baú
com três escorpiões de jade.
Na primeira porta norte,
Menosh encontra componentes materiais e um livro sobre a construção de uma
Egrégora.
Na segunda porta norte não se
encontra nada.
Em todo o lado se encontram
armadilhas mágicas.
Em determinado momento
Belgorn pega o crânio e este apresenta-se extremamente fragilizado.
No corredor leste há duas
portas e uma escada com uma gosma negra. A gosma negra corroi metal. Menosh
queima a gosma mas as chamas ativam a estatua de bronze e osso petrificado. O
grupo luta e destrói a estatua.
Na porta norte do corredor encontra-se
apenas restos de carne morta. Uma armadilha de dreno de energia atinge alguns
dos heróis que são curados por Li Shiang.
Na porta sul há uma ilusão de
um quarto arrumado. Na realidade há uma nevoa mortal no local.
Após isso o grupo sobe as
escadas chegando a um corredor duplo com duas portas. Novamente Veldrin desarma
armadilhas.
O grupo então encontra uma
grande sala. No centro há uma estrutura metálica, aberta em um raio de 270º,
semelhante a uma sombrinha.
A sua frente há uma estranha
estrutura: Um campo de energia branca, similar a um tornado de baixa rotação,
circunda um cilindro de vidro transparente. No interior do cilindro há um liquido
amarronzado que reconhecem como água profana. No interior do líquido há um crânio
laqueado de vermelho com estranhas runas.
O grupo examina a situação,
pensando como irá agir.
Roll20 - Despertar do Devorador - 56º Sessão
07/01/18
O grupo após dividir o restante
dos itens de Damien e fazer alguns preparativos para viagem, decidem-se
teleportar para Escobibar, pela proximidade de Kritus que se localiza a sudeste
do pântano morto, onde tiveram a informação em que o artefato “Red Skull of
Chast” possa estar.
Em Escobibar chegaram na torre de
Thandrar e foi verificado grande movimentação de estudantes de magia,
mercenários contratados, e construção de constructos de baixo valor e golens
para defesa da torre. Sem perder muito tempo o grupo segue determinado para
Kritus em busca do artefato. Na saída da cidade após passar pelas muralhas
encontraram uma comitiva de clérigos carregando um caixão, no caso era um dos
sacerdotes do alto comando dos templos de Myrkul falecido de causas naturais.
Após o grupo viajar por
aproximadamente oito horas chegaram em território lamacento, fizeram uma parada
para levantar acampamento e descansar. No início da tarde do próximo dia
conseguiram visualizar o pântano rodeado por colinas ao longe. Ao fazer um voo
de reconhecimento, Menosh, conseguiu visualizar que a cadeia de montanhas
começa ao Leste e depois segue ao Norte, penetrando várias vezes no pântano,
fazendo um desenho semelhante a um “S”. O grupo decidiu seguir indo pelo
pântano, e perceberam que há um misto de vegetação viva e morta em vários
locais, como se a natureza estivesse tentando combater a “morte”. Após mais um
tempo de caminhada foi percebido por alguns membros do grupo que algumas
plantas estavam movendo-se de lugar e começaram a se precaver.
O grupo se recordou da situação
em que os batedores de Koboldia reportaram criaturas semelhantes a Menosh.
Thandrar reconheceu as criaturas como Leishs que são espíritos da natureza
encarnados em forma de planta, as criaturas em questão seriam “flytraps”. Após
perceberem que o grupo estava cercado por essas criaturas, Veldrin com sua
natureza assassina, é mais ímpeto que o grupo, e atacou uma das criaturas com
sua adaga furtiva. A criatura foi ferida, mas não foi morta, causou uma reação
praticamente instantânea nas outras: Elas se moveram em direção a uma das
criaturas que estava ao norte do grupo, e se aglomeraram umas nas outras até
formar uma criatura de escalas imensas, de aproximadamente 30 metros.
O grupo temeu entrar em combate
com a ou “as” criaturas, em que seria um combate desnecessário e ou a um
possível aliado. Foi escolhido uma persuasão diplomática, mas a criatura queria
“olho-por-olho” e estava com sede de sangue por Veldrin que feriu uma delas.
Após algumas rodadas diplomáticas, Li Shiang conseguiu curar a criatura e
acalmou-se os ânimos, para alívio do grupo.
As criaturas se separaram de modo
pacífico, e Menosh relatou o caso em que alguns dos batedores de Koboldia foram
mortos. Questionando se foram eles que mataram os kobolds, as criaturas Leish
se declararam inocentes, e acusaram que possivelmente foi um ato de Morsion. Os
Leishs explicaram que Morsion é o Siabrei que domina o centro do pântano morto,
e que um Siabrei é um druida morto vivo, e simboliza a natureza corrompida para
o mal. Ao questionar se esse druida se localizava em Kritus, as criaturas
corrigiram Menosh e informaram que Kritus é a sua moradia. O grupo respondeu
que esse era o seu destino, e os Leishs responderam que eles nunca conseguiriam
encontrar Kritus sem ajuda, pois está protegido dos olhos externos por ser uma
terra “encantada”. Ao fazerem perguntas mais profundas e complicadas, as
criaturas relataram que não sabiam responder e que talvez seu mestre Ghorus,
pudesse responder, simultaneamente se aproximou uma mulher planta chamada
Samcha, a terceira “ranger” (o áudio picou e não deu para entender se era
ranger ou outra palavra) de Kritus. Samcha reconheceu Menosh como o guia
espiritual de Koboldia, após trocarem saudações e algumas informações e
compartilharem a mesma luta contra os mortos-vivos e os seguidores de Orcus.
Samcha propôs levar o grupo ao seu mestre Ghorus para ajudá-los a obter
informações sobre Chast.
O grupo decidiu-se por seguir
Samcha por meio do pântano até chegar num paredão de pedra escondido nas
colinas, semelhante a uma muralha. Ao se adentrarem ao que mais parece um
antigo templo em ruínas misturado com a vegetação local, revelou-se ser um real
e verdadeiro paraíso, em contraste com os horrores vistos anteriormente no
pântano como a natureza lutando para sobreviver contra a morte e podridão. Foi
observado também uma imensa estátua de uma mulher ciclópica, alta população de
Leishs e vários indivíduos de raças diferentes com aparências magrelas a
esqueléticas, que revelaram-se estar em transformação para se transformarem em
plantas. Menosh conversou com um dos kobolds nessa situação que informou estar
assustado com o crescimento e vinda do cometa Atropos e fez com que ele e
vários outros agilizassem o processo de transformação.
Após mais alguns minutos de
caminhada, o grupo passou pela vila central em que foi notado várias plantações
parecidas com sarcófagos, logicamente para uso das transformações. O grupo
chegou na “Árvore” central, tida pela população do vale de Kritus como uma
entidade, ao redor dela posicionadas simetricamente, foi notado várias plantas
“sarcófagos” individualmente cuidadas por um Leish ou um Ghoran sendo
preparadas para a transformação, ali claramente era um local de extrema devoção
e ritualística. E finalmente o grupo se encontrou com Ghorus, que se apresentou
como o Lich de musgo.
Ghorus apreensivo por Samcha ter
trazido forasteiros e desconhecidos a um local sagrado, reprimiu Samcha por sua
atitude ao menos que tivessem motivos importantes, o que foi provado nas
conversas e ações seguintes. O grupo revelou seu propósito no pântano a Ghorus,
que informou que ouviu falar de Chast que viveu há mais de 500 anos na região,
mas nunca ouviu falar do artefato em questão. Explicou que no passado, após a
destruição da região causada pela batalha entre os elfos contra os mortos-vivos.
A região onde o pântano se localiza foi palco de experimentos de vários
conjuradores, inclusive o próprio Ghorus. Chateado com o que os elfos, humanos
e outras raças animais estavam perpetuando, decidiu criar uma nova raça com a
ajuda de um dos filhos de Kumar, Cypressspur o sábio. Cypressspur com suas
habilidades ajudou Ghorus a se transformar e alguns outros, na nova raça
chamada de Ghoran. E os ensinou a trazer os espíritos da natureza em forma de planta
os Leishs. E relata que por não poderem se reproduzir precisam de outras raças,
para os transformarem em novos Ghorans. Revelou que são poucos, mas são
devotados. Voltando ao assunto sobre o pântano, Ghorus revelou que alguns dos
conjuradores foram destruídos, outros corrompidos. Um antigo conjurador da
mesma ordem de Ghorus, Morsion foi corrompido para o lado maligno.
Chast apesar de ser um conjurador
de magias arcanas, tinha alguns poderes divinos e quis imprudentemente sem a
ajuda de Ghorus, impedir sozinho Morsion em seus atos e lá ele supostamente
morreu. Ghorus acredita que se há alguma relíquia ou artefato, essa deve estar
nas terras que Morsion controla, terras com o seu mesmo homônimo.
Ghorus também revelou que havia
tempos que não tinha notícias ou relatos de Acererak, ao questionar sobre o
passado dele. Informou que ele é do tempo de seus antepassados e que sabe apenas
o que foi contado a ele. Acererak utilizou-se de um item em Zaurus, um obelisco
negro de ônix e annhatz, para transformar grande parte da população em
mortos-vivos. Esse obelisco consequentemente também amplificava os poderes de
Atropos. Qualquer um que entrasse em Zaurus ou na cidade em que o obelisco
estava morria.
O grupo compartilhou um pouco das
informações que tinha com Ghorus, e informou que os seguidores de Orcus estavam
transportando grandes quantidades desses materiais para Shar Barakhul e os
cemitérios dos dragões, e cogitam uma possível restauração desses obeliscos. O
grupo questionou a situação de Morsion no pântano morto, e Ghorus revelou que
Morsion possui uma caçada selvagem corrupta trabalhando para ele. Caçada
selvagem seria um bando de fadas que caçam seus alvos. Ele acredita que Morsion
se localiza no centro do pântano, num antigo duplo círculo de pedras formando
um arco de aproximadamente 50 metros de diâmetro, sagrado para Ghorus e seu
povo. Ghorus deu ênfase na caçada selvagem, e disse que conforme as lendas
antigas, a caçada só termina quando o monarca da caçada for destruído e cogitou
que Morsion é o próprio monarca ou tem alguém trabalhando para ele.
Se Morsion for o real monarca da
caçada como ele acredita ser, ele orientou o grupo que Morsion também é um
Lich, lichs tem a capacidade de suportarem a sua destruição, no caso dos
Siabrais, eles se refugiam (renascem) em rochas perto de sua cripta. Dessa
forma para a verdadeira morte de um Siabrai é necessário destruir sua rocha de
refúgio. Com o propósito de ajudar o grupo a identificá-la, informou que, a
rocha demonstra sinais de corrupção e malignidade. Ghorus também acredita que o
círculo de pedras é o local onde a rocha de Morsion se localiza. Caso o grupo
consiga derrotar Morsion, prometeu uma gorda recompensa, eterna gratidão e
aliança e informou que sua raça pode oferecer grandes quantidades de alimentos.
As terras ghorans são
santificadas, principalmente em torno da árvore sagrada, e o mentor do povo
goran é Cypressspur. A “Árvore” central tida como uma entidade foi encolhendo e
se transformando aos poucos até se figurar em um homem verde de poderes semidivinos.
O filho de Kumar então cumprimentou o grupo e revelou que sua mãe os mencionou
a ele. Cypressspur consegue contato com sua mãe, que mesmo aprisionada consegue
se manifestar em Ghoran. Ela solicitou que avisasse o grupo que o ritual na
Fortaleza da Conclusão começará em breve e que algum dos aliados já foram
destruídos como é o caso de Malarv, Abdul está resistindo bravamente. Até que
em um certo momento todos se espantaram com a presença da própria imagem de
Kumar.
Ela também cumprimentou o grupo. O
grupo questionou sobre o tempo até o ritual, ela não conseguiu informar com
precisão. Mas relatou que os servos deles, estão trazendo muitos equipamentos
litúrgicos e arcanos, muitas pedras, e estão construindo e abrindo muitos
portais. Quando questionada sobre os aliados de Acererak, informou que a Cidadela
da Exaustão está vazia, e que seus aliados como as outras entidades foram
removidas para a Fortaleza da Conclusão. O grupo questionou sobre as formas de
entrar na fortaleza, sobreviver e se locomover dentro da fortaleza. Kumar
relatou que seus sentidos estão limitados devido a estarem aprisionados em
formas de estátua. Mas para se deslocar da cidadela para a fortaleza é
necessária uma criatura "negra". É necessário um verme negro. Ela diz
não saber mais informações. Mas que ele tem que estar vivo, e aparenta ter que
ser domada e montada.
Informou também que a Cidadela e
ou Fortaleza tem dominância de criaturas Invernais e zumbis Moilinianos. Os Moilinianos
eram habitantes da cidadela da exaustão que morreram, e se transforam nessas
criaturas, quando a Cidadela ainda estava em Ranais. Relata muitos Tanaris,
mortos vivos e algum extra-planares. Ela disse para o grupo tomar cuidado e se
preocupar com o tecelão das trevas. Um monge corrupto. Aliado de acererak,
monge da entropia. Orientou os campeões a investir em defesa, contra o ambiente
e o possível dreno de energia, frio, energia negativa e ar rarefeito.
Após alguns minutos de conversa e
vários detalhes e informações importantes, Kumar informou a necessidade de ir
embora pois suas manifestações a deixam muito debilitada e com pouca energia.
Destacou a importância de o grupo salvar e libertar as entidades aprisionadas
por Acererak, pois apenas as divindades originais sabem como derrotar Atropos.
Em suas últimas palavras sua imagem desaparece da vista de todos, e fica um
clima que apesar de seu todo esforço para passar o máximo de informações
necessárias, ela ainda estava preocupada em poder ajudar mais.
Após a longa e importante
conversa com a Deusa, Cipressspur ofereceu a transformar qualquer membro do
grupo em Goran, mas ninguém aceitou. E quando questionado sobre a reversão da transformação
ele deixou claro que a transformação é permanente. Ele se dispôs a ajudar o
grupo fornecendo cura e alimentos.
Thandrar questionou sobre uma
forma de como Lich não emitir energia negativa mais. Cibressspur relata que Chast
estava realizando pesquisas sobre isso e estava prestes a realizar alguns
testes antes de morrer.
O grupo decidiu seguir viagem a
torre abandonada de Chast. O filho de Kumar despediu se do grupo, torcendo para
destruírem Morsion e suas aberrações, a promessa de uma grande recompensa. No
momento da despedida foram contemplados com um alimento inusitado e delicioso,
e Ghorus informou que eram restos de ghorans. Também no momento da despedida o
leish atacado pelo Veldrin, o solicitou alguns mosquitos pelo golpe de
"adaga". Veldrin deu alguns frascos de sangue a criatura. E no final
eles terminaram como “camaradas” em uma roda de taverna.
O grupo decidiu sair do vale e
entrou novamente ao pântano pela direção oeste. Já era tarde e começou a
anoitecer. O grupo durante o trajeto encontrou com alguns restos de mortos vivos.
Após algumas horas de caminhada o grupo chegou no pântano, e de repente é
tocado uma trombeta aterrorizante. O grupo continuou seguindo e escutou alguns
barulhos e ruídos em volta dos companheiros. Após continuar seguindo por alguns
minutos. Se depararam com um grupo que aparentou ser uma caçada mortal em que
foram emboscados. Um combate árduo segue, cenas das próximas aventuras, com o
desfecho do combate.
Roll20 - Despertar do Devorador - 55º Sessão
12/12/17
Confronto em Duskshade:
O grupo chega a cidade para o tratado de paz e a cidade está cercada, preparada para o evento a ocorrer. Belgorn desconfiado, questiona sobre a legitimidade e a sinceridade daquele acontecimento, a partir deste momento, Salendrius, lança um olhar desconfiado ao grupo e a Abdul, os quatro reis, Natasha, Malik e Crista. Durante a reunião, o grupo percebe uma movimentação suspeita, e descobre que um grupo de demônios menores entre outras criaturas estava se infiltrando na cerimônia, com o intuito até ali desconhecido. O grupo resolveu vigiar a movimentação, de olho no que poderia acontecer e acabou se dispersando e o evento surpresa acontecendo:
O grupo suspeito e mais algumas outras criaturas, surgem e começam a atacar a população e causar caos e morte aos cidadãos. Salendrius então grita, palavras sobre ser traído e para o exército atacar, Abdul, Crista, Natasha e os outros, abrem um portal e entram nele, o mesmo e congela e quebra. Seria aquilo obra de Acererak? Enquanto a batalha ocorria, nos céus, eis que Surge Damian, o Cavaleiro caído, o traidor, que se pensava (embora de forma cética) que teria sido destruído.
Montado em uma a criatura semelhante a um dragão, proferiu algumas palavras para Thandrar, que se incomodou e o seguiu juntamente com outros companheiros através de um teleporte. Pouco tempo depois ambos voltaram, voando em direção a Damian e seu falso dragão. Menosh – O verdadeiro Dragão, avançou furiosamente sobre, o falsário e o traidor, estraçalhando o cavaleiro e sua montaria.
Retorno a taverna e o subterrâneo:
Após a noite na vila de Vrasrak, o grupo resolve ordenar
suas prioridades, e resolve começar pelo resgate de Gabrielle e o líder da
vila, que está aliado a Acererak, usando sua influência. Indo ao subsolo do
forte, em Rugval, encontram um ritual necromântico em andamento, onde vários
corpos estavam sendo transformados em mortos vivos por uma criatura, estranha e
até então desconhecida de todos. Houve combate e não houveram sobreviventes.
Após a batalha, o grupo segue para Isfahan, encontrando com Abdul, reportando a ele sobre os encontros, obeliscos e o tráfico de ônix e a traição de Damian
Após a batalha, o grupo segue para Isfahan, encontrando com Abdul, reportando a ele sobre os encontros, obeliscos e o tráfico de ônix e a traição de Damian
Batalha entre tribos
O grupo resolve ir para Tor Galan para evitar um combate generalizado e uma nova horda de mortos vivos. Paralelamente aos problemas do mundo, mas relacionado a ele, Delgorn desafia o líder dos Tannaruks pela liderança de todos os orcs. O combate estava acontece e Belgorn Surpreende a todos, quando convoca um cântico, aos antigos e a Gruumsh, inspirando seu povo e seu líder e pai, fazendo que o combatente que estava em desvantagem, ter uma súbita força de vontade e o fazendo golpear o oponente, arrancando sua cabeça e elevando a glória de sua linhagem e seu reinado. Após o grupo se reunir, seguem para Isfahan e o encontro entre Reis.
O grupo resolve ir para Tor Galan para evitar um combate generalizado e uma nova horda de mortos vivos. Paralelamente aos problemas do mundo, mas relacionado a ele, Delgorn desafia o líder dos Tannaruks pela liderança de todos os orcs. O combate estava acontece e Belgorn Surpreende a todos, quando convoca um cântico, aos antigos e a Gruumsh, inspirando seu povo e seu líder e pai, fazendo que o combatente que estava em desvantagem, ter uma súbita força de vontade e o fazendo golpear o oponente, arrancando sua cabeça e elevando a glória de sua linhagem e seu reinado. Após o grupo se reunir, seguem para Isfahan e o encontro entre Reis.
Confronto em Duskshade:
O grupo chega a cidade para o tratado de paz e a cidade está cercada, preparada para o evento a ocorrer. Belgorn desconfiado, questiona sobre a legitimidade e a sinceridade daquele acontecimento, a partir deste momento, Salendrius, lança um olhar desconfiado ao grupo e a Abdul, os quatro reis, Natasha, Malik e Crista. Durante a reunião, o grupo percebe uma movimentação suspeita, e descobre que um grupo de demônios menores entre outras criaturas estava se infiltrando na cerimônia, com o intuito até ali desconhecido. O grupo resolveu vigiar a movimentação, de olho no que poderia acontecer e acabou se dispersando e o evento surpresa acontecendo:
O grupo suspeito e mais algumas outras criaturas, surgem e começam a atacar a população e causar caos e morte aos cidadãos. Salendrius então grita, palavras sobre ser traído e para o exército atacar, Abdul, Crista, Natasha e os outros, abrem um portal e entram nele, o mesmo e congela e quebra. Seria aquilo obra de Acererak? Enquanto a batalha ocorria, nos céus, eis que Surge Damian, o Cavaleiro caído, o traidor, que se pensava (embora de forma cética) que teria sido destruído.
Montado em uma a criatura semelhante a um dragão, proferiu algumas palavras para Thandrar, que se incomodou e o seguiu juntamente com outros companheiros através de um teleporte. Pouco tempo depois ambos voltaram, voando em direção a Damian e seu falso dragão. Menosh – O verdadeiro Dragão, avançou furiosamente sobre, o falsário e o traidor, estraçalhando o cavaleiro e sua montaria.
Após
vários combates localizados, ocorreu uma reunião de emergência no salão do rei,
onde todos os que se pensava estarem a salvo, ter escapado, jaziam ali, mortos,
com seus corações removidos de seus corpos. Se tratava de um Ritual. Pouco
tempo depois apareceu Natasha, que chorava pela perda de seu Rei e companheiro.
Jurou vingança e se uniu ao grupo na batalha contra Acererak.
O tempo urge, e a grande reunião dos povos vivos e as informações compartilhadas com Damian preocupam. Uma troca de planos vem sendo discutida pelo grupo a fim de tentar antecipar os movimentos do ardiloso Lich e seu lacaio fiel.
O tempo urge, e a grande reunião dos povos vivos e as informações compartilhadas com Damian preocupam. Uma troca de planos vem sendo discutida pelo grupo a fim de tentar antecipar os movimentos do ardiloso Lich e seu lacaio fiel.
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