segunda-feira, 30 de julho de 2018
domingo, 29 de julho de 2018
A Hora Mais Escura - 3ª Sessão – 29/07/18
Participantes:
Bair Lavrov (Humano/Druida)
É noite, o grupo
está no porto e pensa em capturar o navio de Isfahan.
Devido a
compromissos, Debbie e Derfel se afastam do grupo.
Katrina, uma
elfa amiga do grupo se junta a Jack e Bair com o objetivo de tomar o barco.
O barco
isfahanes possui o capitão e cinco marinheiros.
Os três aventureiros
entram no barco, fingindo estar interessados em se tornarem marinheiros.
Após algumas horas
o grupo atacou. Usando magias de sono conseguiram capturar cinco dos seis
tripulantes. O sexto foi jogado para fora do barco. Na sequência os três
aventureiros jogaram os cinco tripulantes amarrados na agua, junto com um bote
salva vidas.
A seguir
modificaram o curso, indo em direção a leste.
Após alguns dias
aportam em Vasivua, recrutando diversos marinheiros, dentre eles Arkhan e
Daedalus.
O navio capturado
e tripulado parte para leste, liderado por Bair, Jack e Katrina.
Em mar aberto,
desviam de uma vila e de uma canoa goblin. Começam a perceber que o tempo se
torna mais frio e que o sol está mais alaranjado.
Porém o navio
enfrenta uma tempestade e naufraga.
Arkhan e Daedalus roubam um barco e fogem enquanto os três aventureiros se agarram em troncos.
Acordam na praia exaustos, molhados e com frio.
Arkhan e Daedalus roubam um barco e fogem enquanto os três aventureiros se agarram em troncos.
Acordam na praia exaustos, molhados e com frio.
sábado, 23 de junho de 2018
A Hora Mais Escura - 2ª Sessão – 23/06/18
Participantes:
Bair Lavrov acorda em um pequeno altar.
Mora em uma fazenda em um pequeno vilarejo. Tudo que se passara foi apenas um
sonho muito vívido.
Dois moradores locais estavam no sonho:
Capitão Jack, seu vizinho, é um fazendeiro
que entalhou um navio em madeira.
Debbie Volcan, filha do barão local.
Bair caminha em direção a casa. Percebe
então que o sol brilha normal e que em seus braços há ferimentos e cicatrizes conseguidas
durante o sonho.
Em sua casa, Capitão Jack tem o mesmo
sonho, acordanto em sua casa.
Derfel, guarda de Lord Volcan, é uma
sub-celebridade local, lutando com um pesado martelo lucerno. Teve o mesmo
sonho, porém não participou do mesmo.
Todos tem família.
Bair Lavrov resolve ir a sede do baronato,
uma pequena vila não muito longe dali. Encontra Jack e conversam sobre o sonho.
Ambos haviam sonhado a mesma coisa. Se põem em marcha e no caminho encontram
dois camponeses andando apressadamente para a vila. Eles falam que um lorde da
capital chegou e solicitou a reunião de todos os moradores na praça central.
Ao chegarem na praça principal da vila
encontram grande parte da população aguardando os nobres da capital. Até mesmo
o barão e sua filha estão aguardando.
Guardas locais patrulham o perímetro, o
palanque e andam pela população local. Dentre eles está Derfel, o guarda que
havia sonhado com eles.
O guarda Derfel se aproxima de Jack e de
Lavrov e os interroga sobre o sonho e sobre as feridas. Os dois confirmam sobre
o sonho.
Debbie Volcan, sentada ao lado de seu pai,
espera os svetocher no palanque. De repente um grupo de svetocher composto de
guerreiros pesadamente armados, magos e sacerdotes. Eles vão até o palanque. Um
grupo liderado pelo nobre sobe o palanque acompanhado de alguns guerreiros, o
mago e o sacerdote.
O sacerdote se dirige a população humana e
fala sobre a entidade de poder colossal que iria destruir o mundo. Felizmente
os Treze puderam conter a ameaça, porém as custas do sol. Com isso haverá uma
contenção de recursos. Por isso, todos os humanos, sem sangue moroi, serão
expulsos da Dinastia de Dreskeryn. Todas as terras estão confiscadas e a
população deve emigrar para uma cadeia de ilhas chamada de O Arquipélago.
Os svetocher são recebidos por alguns
protestos e alegam que desejam que os humanos apenas vão embora pois não
possuem a capacidade de sustenta-los.
O grupo discute sobre a possibilidade de os
navios que levarão a população estarem sabotados. Vão então conversar com Lorde
Volcan.
O lorde explica sobre as castas sociais da
dinastia de Dreskeryn:
“A sociedade da Dinastia é composta por um
sistema de castas. Cada casta possui uma função na sociedade, sendo que cada
uma delas pode ser formada por raças diferentes. As castas são as seguintes:
·
Jaduga (Jaduga) São os conjuradores, filósofos
e professores. São a elite intelectual. É composta de Morois e Svetocher. . Em
raros casos, humanos podem ser admitidos.
·
Kshatriya (Xátria): Formada pelos aristocratas,
nobres, governantes e militares. É a elite militar.Também é formada de Morois e
Svetocher. Em raros casos, humanos podem ser admitidos. Todos os governantes de
comunidades e membros do conselho devem ser obrigatoriamente moroi.
·
Vaishya (Váixia): Composta por humanos, meio
elfos e alguns svetochers, e elfos. Composta pelos comerciantes, pastores e
agricultores.
·
Shudra (Súdras): Formada por todas as raças
nativas, porém por pouquíssimos svetochers decadentes. São os artesãos,
operários e camponeses. Não possuem o direito de conhecer nenhum dos mistérios arcanos
e divinos. Seus únicos conjuradores são adeptos.
·
Dalits (Párias): Estão a margem das castas, são
a poeira por debaixo dos pés. É composta por escravos, kobolds, povo lagarto e
outras raças reptilianas.”
Os Svetocher retornam a Casa Fortificada.
Lord Volcan fica na hospedaria. Lord Volcan sempre foi respeitado pela população,
nunca cobrando taxas em excesso. Ele se tornou barão por um ato de bravura.
Ao encontrarem Lord Volcan percebem o seu
decrépito estado, como se tivesse envelhecido vinte anos em dois dias. Ele fala
que, os nobres superiores a ele, tem o direito de fazer isso. Mas não acha
justo a expulsão, porém não acha que consigam resistir a isso.
Debbie conta ao pai sobre o sonho e a
presença de Bair, Derfell e Jack. Conta do medo de que todos morram e somente
os três presentes no sonho sejam os únicos sobreviventes.
O grupo tem ideia de ao entrar no barco
investigar sobre sabotagem no barco, pois acham que os svetocher planejam que
todos morram no mar. Lorde Volcan conta que conseguiu reter alguns recursos
para uma emergência. Conta a lenda de Robin Hood, um herói de outro mundo.
Volcan conta sobre a proibição de
conjuradores poderosos pelos humanos.
O nobre fala que os svetocher deixariam
eles voltarem após a crise. Porém o barão é adepto de construírem um novo lar,
longe dessas leis injustas.
O grupo volta para suas casas a fim de
recolher seus pertences e trazer sua família.
Derfel: Dois pais idosos, Joseph e Mary,
vivendo em uma boa casa, construída com dificuldade.
Capitão Jack: Pai Peter, o carpinteiro e mãe
Jane, a curandeira; irmão fugiu a muitos anos, não se sabendo o paradeiro.
Bair: Pai de mesmo nome, tendo abandonado
a mãe quando criança, roubando tudo que eles tinham. Mãe se chama Rickétsia.
Debbie é a segunda filha de um total de três.
O mais velho e herdeiro do baronato Princéps Locke, o terceiro filho Rank, um
inútil alcoólatra. A mãe, uma svetocher cansada da vida de pobreza, abandonou o
lorde a muitos anos.
Ao retornarem para a vila a população se
encontra pronta para a partida. Todos decidem partir imediatamente. Após dois
dias de viagem chegam a Taumavu, uma grande vila costeira.
O
porto está movimentado com navios e há três navios destinado a vila do grupo.
Dois barcos grandes e um menor. Todos em péssimo estado. Percebem que nem todos
humanos estão sendo expulsos.
O grupo verifica o pequeno navio e veem que
está um pouco melhor que os maiores. Investigam e decidem efetuar pequenos
reparos emergenciais. Compram o material através de suborno, mas iniciam o
trabalho de restauração discretamente. Anoitece e na alta madrugada as mulheres
organizam as pessoas em alojamentos coletivos. Não existe quase nenhum
alojamento individual. Nas obras somente
três barcos salva vida são salvos, o resto é canibalizado para reparos no
navio. As mulheres fornecem a comida racionada.
Durante toda a noite os guardas svetochers
ficam na vigilância. Pensam em levar frutas para prevenir o escorbuto. Amanhece.
Pensam em abater guardas e incitar revolta,
porém o custo em vidas poderia ser elevado. Quinze guardas os vigiam por turno
de seis horas. Decidem então roubar alguns depósitos de alimento.
Ao irem procurar os depósitos encontram um
grupo de quatro soldados svetocher conduzindo preso um outro da mesma espécie.
Os guardas agridem o prisioneiro por relacionar e defender humanos. Os guardas
o acusam de denegrir a raça deles e falam que ele será expulso, devendo partir
junto com os refugiados. Avançam na direção oposta e logo se afastam do grupo.
Ao chegarem na área de depósitos encontram
um navio estrangeiro desembarcando mantimentos no local. Os trabalhadores
conversam com eles, sob o olhar dos svetocher. Um guarda svetocher os impede de
entrar e conversar com os marinheiros. O guarda chega a armar o punho para
desferir um soco. Tem uma rapineira na cintura e usa um camisão de cota de
malha. Bair usa um sortilégio de sono e o guarda adormece. A seguir desarmam o
guarda e conversam com os marinheiros e negociam de se alistar na guerra que
assola Isfahan. Chegam até a tentar negociar mantimentos. No navio há vaga para
quatro pessoas. O navio isfahanes possui oito marinheiros humanos. Na verdade,
a ideia do grupo é roubar o navio e levar para junto da esquadra de Lord
Volcan.
O grupo decide então sair o mais cedo
possível, para minimizar o risco de retaliação dos svetochers, pegando o barco
dos isfahaneses.
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Roll20 - Despertar do Devorador - 65º Sessão
03/06/18
O grupo teleporta-se para o pátio do palácio de
Isfahan, e encontram a cidade em festa com a volta de Abdul. O grupo entra no
palácio, e na sala do trono, encontram Abdul sentado no trono e Crysta ao seu
lado.
Abdul agradece o seu salvamento ao grupo, e Belgorn
responde que o ato não foi necessariamente pelos deuses, mas sim pelo bem maior
ao mundo.
Belgorn informa a Crysta sobre o acontecimento com
seu irmão Ravel, e Crysta informa que devidos as escolhas diferentes que
fizeram durante a vida, ela não tinha mais apreço por ele.
Belgorn então fala que a Abdul que ele é uma das
poucas divindades que foi honesto e que o grupo confia (segundo seu ponto de
vista), e solicita algumas informações após os recentes acontecimentos.
Pergunta então quais são as divindades que realmente estão trazendo benefícios
para Eresch
Abdul então informa que ele ajuda devido ao seu foco
na civilização, e Crysta em substituição a Aulasha, que foi substituída
naturalmente durante a ressureição dos deuses (Para os seguidores, essa
alteração foi transparente). Informa que Ktonor nunca foi confiável, apesar do
pacto de não agressão. Informa que não sabe se os demais estão vivos ou não,
pois a única forma de contactá-los é magicamente, mas continua informando sua
impressão sobre cada. Kumar sempre foi confiável, Rovee é indiferente,
Calistria não é confiável devido a sua inconstância e promiscuidade, Ydersius
não é confiável. Belgorn pergunta o porquê, e Abdul informa que ele nunca os
ajudou, e sempre preferiu os Serpent Folks, se mostrando bastante egoísta e
interesseiro. Rovag é uma fundição de tudo de podre que sobreviveu, Myrkul,
preferiu não comentar, afinal é uma divindade da morte, não confia em Falazure,
pois sempre foi maligna e arrasou o povo durante centenas de anos, e se tornou
a divindade mais poderosa atualmente, Lord Dreskerin é confiável, seus reinos
são parceiros comerciais importantes, e Zen'jil é aliado de Dreskerin, mas
não tem muito contato com ela, apesar de algumas rotas comerciais. Veldrin
pergunta sobre seu atual poder, e Abdul diz que provavelmente ela não está
muito forte. Velchell pergunta sobre o poder de Abdul, e ele informa que pode
se defender. Nathasha pergunta sobre a sua posição, e Abdul informa que a
partir do momento que ela se aliou aos Baatezu, ela escolheu seu caminho.
Natasha diz que isso não vai ficar assim, e se teleporta. Roland pergunta sobre
Malick, e Abdul informa que ela se assumiu lésbica (kkkk), continua trabalhando
lá, porém com uma namorada. Belgorn diz que provavelmente Abdul tem muito
rancor de Damian, Acererak e Azzaerlys, que Damian fugiu com a aparição dos
Yuguloths durante a batalha contra Acererak, e que se Abdul puder os ajudar na
busca do Damian, seria de grande ajuda. Abdul diz que pode tentar os auxiliar.
Belgorn agradece as informações, e reforça a
confiança em Abdul, e oferece ajuda caso ele precise.
Velchel desafia Abdul para um duelo em um momento
oportuno, para testar suas habilidades.
Shamballah pergunta se ele sabe onde está Ktonor, e
ele informa que ele pode estar em Ambergard (capital da teocracia da luz) ou
está no continente de Yetsirát.
Enquanto conversam, uma imagem de Natasha se forma
no meio da sala, e diz:
"Saudações nobre Abdul! Peço desculpas pelo
ocorrido. Você fica melhor com outra divindade. Se precisar de mim, estarei com
os Atlans, e continuo sendo aliada de você e do grupo. Adeus!”
Dizem que as divindades estão acuadas e
com medo de perseguição.
Estão na duvida em deter a Caçada Sombria
para ajudar Kumar ou invadir Escobibar para enfrentar Myrkul.
Menosh fala que o alvo prioritário a deter
é Myrkul e lembra a todos que assim que o primeiro deus for derrotado e
absorvido, iniciará uma guerra civil de matança entre os poderes de Ereth.
Shamballah compara a situação com o Dragon’s
Purge de Krynn onde os dragões guerrearam entre si até restarem somente cinco
poderosos dragões que dividiram o mundo entre si.
Roland comenta que Zen’jil fugiu pois assustou-se
com o grupo.
Belgorn comenta que Zen’Jil não é útil ao
grupo.
Ravn comenta novamente suas descobertas
sobre a situação das divindades e o que descobriu em Sigil
- Informou também que esteve
em Sigil com Jarek, e descobriu que houve uma migração de Castas vindo a
Eresh.
- Descobriu que Atropus é
muito mais antigo do que o próprio Orcus, e que não se sabe como
destruí-lo.
- Acredita-se que existiu uma
lança capaz de derrotar Atropus, que provavelmente foi criada e utilizada
pelos 13 para derrota-lo (foi cravada no coração do Errante). Essa lança
foi roubada durante a primeira migração dos Khaasta para Eresh.
- Outra informação importante
que Ravn repassa é que ele descobriu que Ktonor, por ser uma divindade
maligna, esta vinculado a constelação do Anjo, desestabilizando e
enfraquecendo o poder dos Treze. Como e porque não se sabe.
- Que o poder sobrenatural
pode vir de quatro fontes: Arcano, Psionico, Divino e dos Pactos.
O grupo diz ser melhor manter as
divindades e constelações corretas, devendo somente ocorrer as substituições
nestes casos.
Nenhum membro do grupo confia inteiramente
em suas divindades. Inclusive Menosh fala que não confia em Ydersius pois o
mesmo preferiu ir para Syrneth e não Koboldia.
Veldrin repentinamente sente uma pontada
na cabeça, como se sua ligação com Fal L’Azure tivesse sido subitamente
rompida.
O grupo utiliza um Scrying para investigar
a deusa. Ela está com Ydersius, em um castelo. Ydersius fala: “Veja, duas
divindades já foram assassinadas, você será a próxima.” Nisso, ele pega uma
adaga feita de um cristal vermelho e enterra no peito de Fal L’Azure. Ela emite
um grito fraco e morre, murchando a medida que sua essência é drenada. Enquanto
ela morre, novamente ele fala: “Pelo menos seu poder ficará comigo... Isso é
pelos dois mil anos de sofrimento.”
Ktonor olha em direção ao sensor do
Scrying de Menosh. A magia subitamente termina e Menosh é arremessado alguns
metros pelo impacto do poder mágico.
Menosh conta do assassinato de Fal L’Azure
e os dizeres de Ydersius.
Veldrin, revoltado, diz que eles têm que
parar a tirania destas divindades ou uma delas ficará muito fortes, dominando a
todos.
O grupo decide atacar imediatamente
Myrkul, chamando Natasha para ajuda-los. Contam a Natasha sobre a faca de
cristal e ela diz que este cristal é capaz de absorver a essência mítica. É o
mesmo material da pedra de Acererak.
Pensam em outros usos para a pedra
deveriam ser pesquisados.
Menosh fala que após isso, rompeu
definitivamente com Ydersius.
O grupo comenta que após o ritual de
Acererak, Abdul e Crysta mudaram de personalidade e que Ydersius apresentou-se
com um aspecto mais maligno. Como a
estátua de Ydersius foi destruída precocemente no ritual, pode ter algo a ver.
O grupo se prepara para teletransportar a
Escobibar para enfrentar Myrkul.
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