domingo, 29 de julho de 2018

Campanha - A Hora Mais Escura

Campanha - A Hora Mais Escura

Regras da Campanha

Prólogo - Sonhos



A Hora Mais Escura - 3ª Sessão – 29/07/18

Participantes:

Bair Lavrov (Humano/Druida)

Capitão Jack (Humano/Ranger) 


Katrina Merisiel (Elfa/Maga) 


     É noite, o grupo está no porto e pensa em capturar o navio de Isfahan.
     Devido a compromissos, Debbie e Derfel se afastam do grupo.
     Katrina, uma elfa amiga do grupo se junta a Jack e Bair com o objetivo de tomar o barco.
     O barco isfahanes possui o capitão e cinco marinheiros.
     Os três aventureiros entram no barco, fingindo estar interessados em se tornarem marinheiros.
     O barco parte então para o oeste e após dois dias passam pelo Farol de Ubanka.

     Após algumas horas o grupo atacou. Usando magias de sono conseguiram capturar cinco dos seis tripulantes. O sexto foi jogado para fora do barco. Na sequência os três aventureiros jogaram os cinco tripulantes amarrados na agua, junto com um bote salva vidas.
     A seguir modificaram o curso, indo em direção a leste.
     Após alguns dias aportam em Vasivua, recrutando diversos marinheiros, dentre eles Arkhan e Daedalus.
      O navio capturado e tripulado parte para leste, liderado por Bair, Jack e Katrina.
     Em mar aberto, desviam de uma vila e de uma canoa goblin. Começam a perceber que o tempo se torna mais frio e que o sol está mais alaranjado.
     Porém o navio enfrenta uma tempestade e naufraga. 

Arkhan e Daedalus roubam um barco e fogem enquanto os três aventureiros se agarram em troncos.

     Acordam na praia exaustos, molhados e com frio.



sábado, 23 de junho de 2018

A Hora Mais Escura - 2ª Sessão – 23/06/18


Participantes:

Bair Lavrov (Humano/Adepto)


Captain Jack (Human/Warrior)


Derfel (Human/Warrior)

Debbie Volcan (Human/Aristocrat)


     Bair Lavrov acorda em um pequeno altar. Mora em uma fazenda em um pequeno vilarejo. Tudo que se passara foi apenas um sonho muito vívido.

     Dois moradores locais estavam no sonho:
     Capitão Jack, seu vizinho, é um fazendeiro que entalhou um navio em madeira.
     Debbie Volcan, filha do barão local.
     Bair caminha em direção a casa. Percebe então que o sol brilha normal e que em seus braços há ferimentos e cicatrizes conseguidas durante o sonho.
     Em sua casa, Capitão Jack tem o mesmo sonho, acordanto em sua casa.
     Derfel, guarda de Lord Volcan, é uma sub-celebridade local, lutando com um pesado martelo lucerno. Teve o mesmo sonho, porém não participou do mesmo.
     Todos tem família.
     Bair Lavrov resolve ir a sede do baronato, uma pequena vila não muito longe dali. Encontra Jack e conversam sobre o sonho. Ambos haviam sonhado a mesma coisa. Se põem em marcha e no caminho encontram dois camponeses andando apressadamente para a vila. Eles falam que um lorde da capital chegou e solicitou a reunião de todos os moradores na praça central.
     Ao chegarem na praça principal da vila encontram grande parte da população aguardando os nobres da capital. Até mesmo o barão e sua filha estão aguardando.
     Guardas locais patrulham o perímetro, o palanque e andam pela população local. Dentre eles está Derfel, o guarda que havia sonhado com eles.

     O guarda Derfel se aproxima de Jack e de Lavrov e os interroga sobre o sonho e sobre as feridas. Os dois confirmam sobre o sonho.
     Debbie Volcan, sentada ao lado de seu pai, espera os svetocher no palanque. De repente um grupo de svetocher composto de guerreiros pesadamente armados, magos e sacerdotes. Eles vão até o palanque. Um grupo liderado pelo nobre sobe o palanque acompanhado de alguns guerreiros, o mago e o sacerdote.
     O sacerdote se dirige a população humana e fala sobre a entidade de poder colossal que iria destruir o mundo. Felizmente os Treze puderam conter a ameaça, porém as custas do sol. Com isso haverá uma contenção de recursos. Por isso, todos os humanos, sem sangue moroi, serão expulsos da Dinastia de Dreskeryn. Todas as terras estão confiscadas e a população deve emigrar para uma cadeia de ilhas chamada de O Arquipélago.
    Os svetocher são recebidos por alguns protestos e alegam que desejam que os humanos apenas vão embora pois não possuem a capacidade de sustenta-los.
    O grupo discute sobre a possibilidade de os navios que levarão a população estarem sabotados. Vão então conversar com Lorde Volcan.
     O lorde explica sobre as castas sociais da dinastia de Dreskeryn:
     “A sociedade da Dinastia é composta por um sistema de castas. Cada casta possui uma função na sociedade, sendo que cada uma delas pode ser formada por raças diferentes. As castas são as seguintes:
·         Jaduga (Jaduga) São os conjuradores, filósofos e professores. São a elite intelectual. É composta de Morois e Svetocher. . Em raros casos, humanos podem ser admitidos.
·         Kshatriya (Xátria): Formada pelos aristocratas, nobres, governantes e militares. É a elite militar.Também é formada de Morois e Svetocher. Em raros casos, humanos podem ser admitidos. Todos os governantes de comunidades e membros do conselho devem ser obrigatoriamente moroi.  
·         Vaishya (Váixia): Composta por humanos, meio elfos e alguns svetochers, e elfos. Composta pelos comerciantes, pastores e agricultores.
·         Shudra (Súdras): Formada por todas as raças nativas, porém por pouquíssimos svetochers decadentes. São os artesãos, operários e camponeses. Não possuem o direito de conhecer nenhum dos mistérios arcanos e divinos. Seus únicos conjuradores são adeptos.
·         Dalits (Párias): Estão a margem das castas, são a poeira por debaixo dos pés. É composta por escravos, kobolds, povo lagarto e outras raças reptilianas.”
     Os Svetocher retornam a Casa Fortificada. Lord Volcan fica na hospedaria. Lord Volcan sempre foi respeitado pela população, nunca cobrando taxas em excesso. Ele se tornou barão por um ato de bravura.
     Ao encontrarem Lord Volcan percebem o seu decrépito estado, como se tivesse envelhecido vinte anos em dois dias. Ele fala que, os nobres superiores a ele, tem o direito de fazer isso. Mas não acha justo a expulsão, porém não acha que consigam resistir a isso.
     Debbie conta ao pai sobre o sonho e a presença de Bair, Derfell e Jack. Conta do medo de que todos morram e somente os três presentes no sonho sejam os únicos sobreviventes.
    O grupo tem ideia de ao entrar no barco investigar sobre sabotagem no barco, pois acham que os svetocher planejam que todos morram no mar. Lorde Volcan conta que conseguiu reter alguns recursos para uma emergência. Conta a lenda de Robin Hood, um herói de outro mundo.
     Volcan conta sobre a proibição de conjuradores poderosos pelos humanos.
     O nobre fala que os svetocher deixariam eles voltarem após a crise. Porém o barão é adepto de construírem um novo lar, longe dessas leis injustas.
     O grupo volta para suas casas a fim de recolher seus pertences e trazer sua família.
     Derfel: Dois pais idosos, Joseph e Mary, vivendo em uma boa casa, construída com dificuldade.
     Capitão Jack: Pai Peter, o carpinteiro e mãe Jane, a curandeira; irmão fugiu a muitos anos, não se sabendo o paradeiro.
     Bair: Pai de mesmo nome, tendo abandonado a mãe quando criança, roubando tudo que eles tinham. Mãe se chama Rickétsia.
     Debbie é a segunda filha de um total de três. O mais velho e herdeiro do baronato Princéps Locke, o terceiro filho Rank, um inútil alcoólatra. A mãe, uma svetocher cansada da vida de pobreza, abandonou o lorde a muitos anos.
     Ao retornarem para a vila a população se encontra pronta para a partida. Todos decidem partir imediatamente. Após dois dias de viagem chegam a Taumavu, uma grande vila costeira.
     O porto está movimentado com navios e há três navios destinado a vila do grupo. Dois barcos grandes e um menor. Todos em péssimo estado. Percebem que nem todos humanos estão sendo expulsos.
    O grupo verifica o pequeno navio e veem que está um pouco melhor que os maiores. Investigam e decidem efetuar pequenos reparos emergenciais. Compram o material através de suborno, mas iniciam o trabalho de restauração discretamente. Anoitece e na alta madrugada as mulheres organizam as pessoas em alojamentos coletivos. Não existe quase nenhum alojamento individual.  Nas obras somente três barcos salva vida são salvos, o resto é canibalizado para reparos no navio. As mulheres fornecem a comida racionada.
     Durante toda a noite os guardas svetochers ficam na vigilância. Pensam em levar frutas para prevenir o escorbuto. Amanhece.
     Pensam em abater guardas e incitar revolta, porém o custo em vidas poderia ser elevado. Quinze guardas os vigiam por turno de seis horas. Decidem então roubar alguns depósitos de alimento.
     Ao irem procurar os depósitos encontram um grupo de quatro soldados svetocher conduzindo preso um outro da mesma espécie. Os guardas agridem o prisioneiro por relacionar e defender humanos. Os guardas o acusam de denegrir a raça deles e falam que ele será expulso, devendo partir junto com os refugiados. Avançam na direção oposta e logo se afastam do grupo.
     Ao chegarem na área de depósitos encontram um navio estrangeiro desembarcando mantimentos no local. Os trabalhadores conversam com eles, sob o olhar dos svetocher. Um guarda svetocher os impede de entrar e conversar com os marinheiros. O guarda chega a armar o punho para desferir um soco. Tem uma rapineira na cintura e usa um camisão de cota de malha. Bair usa um sortilégio de sono e o guarda adormece. A seguir desarmam o guarda e conversam com os marinheiros e negociam de se alistar na guerra que assola Isfahan. Chegam até a tentar negociar mantimentos. No navio há vaga para quatro pessoas. O navio isfahanes possui oito marinheiros humanos. Na verdade, a ideia do grupo é roubar o navio e levar para junto da esquadra de Lord Volcan.
     O grupo decide então sair o mais cedo possível, para minimizar o risco de retaliação dos svetochers, pegando o barco dos isfahaneses.
    
Áudio: A Hora Mais Escura - 2ª Sessão – 23/06/18

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Roll20 - Despertar do Devorador - 65º Sessão


03/06/18

     O grupo teleporta-se para o pátio do palácio de Isfahan, e encontram a cidade em festa com a volta de Abdul. O grupo entra no palácio, e na sala do trono, encontram Abdul sentado no trono e Crysta ao seu lado.
     Abdul agradece o seu salvamento ao grupo, e Belgorn responde que o ato não foi necessariamente pelos deuses, mas sim pelo bem maior ao mundo.
     Belgorn informa a Crysta sobre o acontecimento com seu irmão Ravel, e Crysta informa que devidos as escolhas diferentes que fizeram durante a vida, ela não tinha mais apreço por ele.
     Belgorn então fala que a Abdul que ele é uma das poucas divindades que foi honesto e que o grupo confia (segundo seu ponto de vista), e solicita algumas informações após os recentes acontecimentos. Pergunta então quais são as divindades que realmente estão trazendo benefícios para Eresch
     Abdul então informa que ele ajuda devido ao seu foco na civilização, e Crysta em substituição a Aulasha, que foi substituída naturalmente durante a ressureição dos deuses (Para os seguidores, essa alteração foi transparente). Informa que Ktonor nunca foi confiável, apesar do pacto de não agressão. Informa que não sabe se os demais estão vivos ou não, pois a única forma de contactá-los é magicamente, mas continua informando sua impressão sobre cada. Kumar sempre foi confiável, Rovee é indiferente, Calistria não é confiável devido a sua inconstância e promiscuidade, Ydersius não é confiável. Belgorn pergunta o porquê, e Abdul informa que ele nunca os ajudou, e sempre preferiu os Serpent Folks, se mostrando bastante egoísta e interesseiro. Rovag é uma fundição de tudo de podre que sobreviveu, Myrkul, preferiu não comentar, afinal é uma divindade da morte, não confia em Falazure, pois sempre foi maligna e arrasou o povo durante centenas de anos, e se tornou a divindade mais poderosa atualmente, Lord Dreskerin é confiável, seus reinos são parceiros comerciais importantes, e Zen'jil é aliado de Dreskerin, mas não tem muito contato com ela, apesar de algumas rotas comerciais. Veldrin pergunta sobre seu atual poder, e Abdul diz que provavelmente ela não está muito forte. Velchell pergunta sobre o poder de Abdul, e ele informa que pode se defender. Nathasha pergunta sobre a sua posição, e Abdul informa que a partir do momento que ela se aliou aos Baatezu, ela escolheu seu caminho. Natasha diz que isso não vai ficar assim, e se teleporta. Roland pergunta sobre Malick, e Abdul informa que ela se assumiu lésbica (kkkk), continua trabalhando lá, porém com uma namorada. Belgorn diz que provavelmente Abdul tem muito rancor de Damian, Acererak e Azzaerlys, que Damian fugiu com a aparição dos Yuguloths durante a batalha contra Acererak, e que se Abdul puder os ajudar na busca do Damian, seria de grande ajuda. Abdul diz que pode tentar os auxiliar.
     Belgorn agradece as informações, e reforça a confiança em Abdul, e oferece ajuda caso ele precise.
     Velchel desafia Abdul para um duelo em um momento oportuno, para testar suas habilidades.
     Shamballah pergunta se ele sabe onde está Ktonor, e ele informa que ele pode estar em Ambergard (capital da teocracia da luz) ou está no continente de Yetsirát.
     Enquanto conversam, uma imagem de Natasha se forma no meio da sala, e diz:
     "Saudações nobre Abdul! Peço desculpas pelo ocorrido. Você fica melhor com outra divindade. Se precisar de mim, estarei com os Atlans, e continuo sendo aliada de você e do grupo. Adeus!”
      O grupo se reúne e decide quais os próximos passos a seguir.
     Dizem que as divindades estão acuadas e com medo de perseguição.
     Estão na duvida em deter a Caçada Sombria para ajudar Kumar ou invadir Escobibar para enfrentar Myrkul.
     Menosh fala que o alvo prioritário a deter é Myrkul e lembra a todos que assim que o primeiro deus for derrotado e absorvido, iniciará uma guerra civil de matança entre os poderes de Ereth.
     Shamballah compara a situação com o Dragon’s Purge de Krynn onde os dragões guerrearam entre si até restarem somente cinco poderosos dragões que dividiram o mundo entre si.
     Roland comenta que Zen’jil fugiu pois assustou-se com o grupo.
     Belgorn comenta que Zen’Jil não é útil ao grupo.
     Ravn comenta novamente suas descobertas sobre a situação das divindades e o que descobriu em Sigil
  • Informou também que esteve em Sigil com Jarek, e descobriu que houve uma migração de Castas vindo a Eresh.
  • Descobriu que Atropus é muito mais antigo do que o próprio Orcus, e que não se sabe como destruí-lo.
  • Acredita-se que existiu uma lança capaz de derrotar Atropus, que provavelmente foi criada e utilizada pelos 13 para derrota-lo (foi cravada no coração do Errante). Essa lança foi roubada durante a primeira migração dos Khaasta para Eresh.
  • Outra informação importante que Ravn repassa é que ele descobriu que Ktonor, por ser uma divindade maligna, esta vinculado a constelação do Anjo, desestabilizando e enfraquecendo o poder dos Treze. Como e porque não se sabe.
  • Que o poder sobrenatural pode vir de quatro fontes: Arcano, Psionico, Divino e dos Pactos. 
     O grupo diz ser melhor manter as divindades e constelações corretas, devendo somente ocorrer as substituições nestes casos.
     Nenhum membro do grupo confia inteiramente em suas divindades. Inclusive Menosh fala que não confia em Ydersius pois o mesmo preferiu ir para Syrneth e não Koboldia.
     Veldrin repentinamente sente uma pontada na cabeça, como se sua ligação com Fal L’Azure tivesse sido subitamente rompida.
     O grupo utiliza um Scrying para investigar a deusa. Ela está com Ydersius, em um castelo. Ydersius fala: “Veja, duas divindades já foram assassinadas, você será a próxima.” Nisso, ele pega uma adaga feita de um cristal vermelho e enterra no peito de Fal L’Azure. Ela emite um grito fraco e morre, murchando a medida que sua essência é drenada. Enquanto ela morre, novamente ele fala: “Pelo menos seu poder ficará comigo... Isso é pelos dois mil anos de sofrimento.”
     Ktonor olha em direção ao sensor do Scrying de Menosh. A magia subitamente termina e Menosh é arremessado alguns metros pelo impacto do poder mágico.
     Menosh conta do assassinato de Fal L’Azure e os dizeres de Ydersius.
     Veldrin, revoltado, diz que eles têm que parar a tirania destas divindades ou uma delas ficará muito fortes, dominando a todos.
     O grupo decide atacar imediatamente Myrkul, chamando Natasha para ajuda-los. Contam a Natasha sobre a faca de cristal e ela diz que este cristal é capaz de absorver a essência mítica. É o mesmo material da pedra de Acererak.
     Pensam em outros usos para a pedra deveriam ser pesquisados.
     Menosh fala que após isso, rompeu definitivamente com Ydersius.
     O grupo comenta que após o ritual de Acererak, Abdul e Crysta mudaram de personalidade e que Ydersius apresentou-se com um aspecto mais maligno.      Como a estátua de Ydersius foi destruída precocemente no ritual, pode ter algo a ver.
     O grupo se prepara para teletransportar a Escobibar para enfrentar Myrkul.



Roll20 - Despertar do Devorador - 64º Sessão


06/05/18

Participantes: Balkoth, Belgorn, Li shiang, Menosh, Natasha, Ravell, Ravn, Roland, Thandrar, Velchell, Velldrin e Wyrwood

     Thandrar deu a ideia de levar os livros do Accererak para Eresch. Enquanto discutem o que fazer, ouvem na outra sala (sala do trono) o Ravell murmurando algo. Chegando lá, encontram ele agachado e escrevendo no chão com a ponta de flechas quebradas:
     “Eles estão vindo me buscar! Eles estão vindo me buscar!” Ao observarem de perto, percebem uma tatuagem em sua testa, um símbolo do plano dos diabos. Thandrar lança uma magia de dissipar, seu rosto volta ao normal (antes de virar a criatura a criatura de medo), ele arregala os olhos, e cai. Os grupos fazem testes para tentarem curá-lo, mas percebem que a energia positiva dá dano em Ravell, e ele cai morto. Shamballah conjura ressurreição, e a magia também não funciona.
     O grupo começa um debate sobre a destruição total ou não de Accererak. Thandrar explica sobre os Demilichs e os cristais encrustados nos crânios, que funcionam como sua filacterícia. Roland, com essa informação, levanta a possiblidade do Atropus ter consumido esses cristais após a destruição de Accererak (o mesmo foi sugado pelo portal onde se encontrava Atropus), fazendo com que ele possa ter sido destruído completamente.
     O grupo então discute alguns possíveis passos (inclusive com relação a fuga de Damian), mas nada objetivo. Resolvem então voltar a Eresch para verificar a situação do mundo.
     Durante esse tempo, Roland leu o diário de Accererak, e descobriu que um dos objetivos do Demilich era entrar em contato com o Errante para algum tipo de acordo, e pelo visto, tendo o Errante como mestre, e não Orcus, ou até mesmo, tendo todos esses aliados. Provavelmente Accererak estava sendo usado pelo Orcus para criar um exército de mortos-vivos, e influenciar na Blood War. Com isso, Accererak estava tentando trazer o Errante para acelerar esse processo.
     Decidem não ressuscitar Ravell, e deixa-lo descansar, ou então, que sua alma pague por todos os seus erros. Shamballah faz uma cerimônia para sua alma, e desintegra o seu corpo para que o mesmo não seja ressuscitado pelos efeitos de Atropus.
     Após isso, o grupo usa a magia Gate para se teleportarem para a Torre de Thandrar, e levarem todos os livros da biblioteca de Acerereak. Chegando na torre do mago, deixam os livros em uma sala que está com a porta trancada. O grupo escuta um grande murmurinho fora da sala, e Thandrar sente uma forte presenta de Zen’jil. Chegando lá, encontram uma linda mulher ruiva, cercada pelos discípulos do mago. Thandrar se aproxima, e faz uma reverência.
     Zen’jil revela que estava envolvida com os Baatezzu. O Orc diz não confiar em Zen’jil, devido aos atos traiçoeiros com Ravel e com os baatezus, e Roland concorda com ele. Thandrar intervêm, e pede que todos ouçam a deusa. Velchell também revela-se desconfiado da deusa. Thandrar pede que os seus discípulos e seguidores deixem a sala, e o grupo fica sozinho com a deusa. Thandrar pede a palavra, e justifica que a desconfiança é justificável devido a todos os acontecimentos que o grupo presenciou ao longo de sua jornada. Zen’jil revela que era uma mortal, uma Sucubus, e que foi capturada por um mago e colocada em uma garrafa. Muito tempo depois esse mago presenteou Wee Jaz (deusa da magia de outro mundo) com a garrafa com Zen’jil. Por 1000 anos foi mantida prisioneira, e a cada 100 anos era libertada e era solicitada a lealdade de Zen’gil a Wee Jaz. Após 1000 anos, Zen’Jil aceitou e se tornou serva leal de Wee Jaz. Algum tempo depois souberam do mundo de Ereth, e resolveram tentar conseguir alguns seguidores no mundo. Devido a presença de Atropus, Wee Jaz solicitou que Zen’Jil que fosse a Ereth. Como Zen’Jil precisava de um certo grau de poder para começar o trabalha, Zen’Jil então fez um pacto com os baatezzu, se tornando Malebranche. O problema era que os baatezzu queriam destruição e escravização. Zen’Jil viu potencial nos humanos, e não cumpriu com seu acordo, e não avançou com o plano de escravização. Então os baatezzu começaram a persegui-la, para reivindicar o poder de volta. Zen’Jil revela também que poderia devolver o poder, pois a mesma já conseguiu seu próprio poder. Porém, os baatezzu com certeza irão querer alguma vingança. E nesse processo, as divindades foram enfraquecidas, e apareceram em suas formas mortais onde tem mais seguidores. Roland informa que Rhasta também fez esse acordo. Zen'jil então informa que Rhasta é um feiticeiro de outra dimensão que foi transformado em um Tanar'ri, e que está em Char Barakul, perseguindo muitos seguidores de Zen'jil. Belgorn diz que a presença de Zen'jil traz mais perigo do que segurança, visto que a mesma é caçada. Veldrin se mostra bastante desrespeitoso, e há um certo desconforto entre as partes. Zen'jil então desaparece.
     Um grande alvoroço começa na torre, e então o grupo se organiza para que cada um possa falar e ser ouvido por todos:
     Belgorn diz que não faz sentido ela querer proteger a cidade, sendo caçada. Thandrar diz que todos foram precipitados, pois o grupo se esforçou para salvar os deuses e afugentamos Zen'jil. Seria uma grande aliada, e de que deviam mantê-la por perto. A mesma fez decisões erradas no passado, mas enxergou a tempo de se redimir e ajudar o mundo de Ereth. Veldrin diz que está cansado de ser usado pelos deuses. Roland diz não ter nada a declarar. Shamballah diz que não acredita que a Zen’Jill queria proteger os humanos, mas que o grupo perdeu uma grande oportunidade de conseguir informações. Belgorn retoma a palavra, e diz que devemos confiar nas divindades que foram honestas com o grupo, o que não é o caso de Zen'jil. Menosh diz que não devemos confiar cegamente nos deuses, mas sim tratá-los como aliados, e que devemos trata-los com respeito. Revela que deseja visitar sua terra natal, e que irá sozinho, para que incidentes como esse não ocorram. Nathasha concorda em não confiar nas divindades, pois os mesmos estão nos procurando devido ao seu enfraquecimento. Balkoth fala que com a aproximação de Atropus, o grupo tem que lembrar que quem derrotou o errante em outro tempo foram os 13 (atuais divindades). Menosh preferiu se manter reservado com a relação ao seu deus e ao seu povo, e teleportou-se sozinho para Koboldia. Muita discussão seguiu acerca do assunto, e foi até levantado pelo Veldrin a possibilidade de matar os deuses e roubar-lhes o poder. Nathasha concordou com Veldrin.
     Batem na porta, Thandrar abre a porta, e depara-se com Ravn (Skald de Drak que nos acompanhou por um tempo no passado). Ele informa que Bjorn reuniu um exército para tomar algumas ilhas, e informa também que estão sem poderes divinos. Com isso, buscou outras formas de conjurar magias divinas, e descobriu a magia shamanica, e por isso, foi banido do império Drak por ter sido considerado um traidor.
     Descobriu o seguinte:
  • Informou também que esteve em Sigil com Jarek, e descobriu que houve uma migração de Castas vindo a Ereth.
  • Descobriu que Atropus é muito mais antigo do que o próprio Orcus, e que não se sabe como destruí-lo.
  • Acredita-se que existiu uma lança capaz de derrotar Atropus, que provavelmente foi criada e utilizada pelos 13 para derrota-lo (foi cravada no coração do Errante). Essa lança foi roubada durante a primeira migração dos Khaasta para Eresh.
  • Outra informação importante que Ravn repassa é que ele descobriu que Ktonor, por ser uma divindade maligna, esta vinculado a constelação do Anjo, desestabilizando e enfraquecendo o poder dos Treze. Como e porque não se sabe.
  • Que o poder sobrenatural pode vir de quatro fontes: Arcano, Psionico, Divino e dos Pactos. 
     Menosh retorna, informa que Ydersius não estava em Koboldia, e descreve as criaturas invasores de Koboldia. Velchell identifica as criaturas como Morlocks.
     Veldrin começa a ficar mais negro do que o normal, até virar uma sombra.
     O grupo discute sobre suas opções, entre elas, destruir Ktonor para que Israfel o substituía, o grupo investigar individualmente as informações que cada divindade tem, investigar o subterrâneo, procurar e conversar com Abdul, etc. Após uma longa discussão, o grupo decide buscar Abdul, e buscar mais informações, inclusive sobre Ktonor.

     Por razões desconhecidas o fluxo temporal é duplicado.
      
EM OFF – MENOSH EM KOBOLDIA

     Menosh chegou em Koboldia sobrevoando a cidade, e viu que a cidade estava se preparando para Batalha. Menosh se aproxima mais um pouco, poliforma para a forma de Kobold e se aproxima. Se aproxima e pergunta por Kui e Katula. É informado que os mesmos estão na fortaleza. Se dirige até lá. Descobre que os sacerdotes recuperaram seus poderes. Menosh é informado que criaturas do subterrâneo tem atacado Koboldia, através dos túneis cavados para criação de rotas de fuga. São criaturas humanoides, brancas e com grandes olhos, utilizando armas e equipamentos de pedras e osso. Menosh questiona sobre os mortos vivos que foram vistos nas costas, mas não houveram mais relatos. Menosh questiona sobre Ydersius, mas descobre que o mesmo não esteve em Koboldia. Descobre que os invasores são fracos, porém numerosos. Os corpos dos kobolds mortos desapareceram.
     Menosh os instrui na construção da lanterna que expulsa os undeads, ficarem de olho na costa por possíveis mortos vivos, e no mapeamento dos túneis, e solicita alguns pergaminhos de presa mágica e permanência, e retorna ao grupo.