domingo, 24 de setembro de 2017

Roll20 - Despertar do Devorador - 47ª Sessão

02/07/17


Participantes: Belgorn, Damian, Jarek, Lucian, Menosh, Mirumoto, Thandrar, Vellchell, Veldrin.

Após conseguirmos burlar a proteção mágica contra teleportes o grupo consegue se teleportar para o plano do fogo a procura da cidadela de latão. Thandrar recorre as suas lembranças e recorda que a cidadela é uma cidadela que flutua e fica numa região de obsidiana. Jarek já começa a olhar para o céu e consegue vislumbrar a cidadela ao longe como sendo um ponto brilhante no horizonte a uns 300 km de distância. O grupo então decide se dividir então ficam Lucian, Belgorn, Veldrin e Damian e quem se teleporta para a cidade são Jarek, Thandrar, Mirumoto e Velchell . Jarek deixa algumas instruções para os membros que não vao se teleportar para a cidade.
                Se vocês forem atacados não pensem duas vezes usem viagem planar e voltem para Eresch, pois estamos em um plano não familiar e nossas chances de sobreviver com o grupo dividido são bem menores.
                Alguns minutos se passam e o grupo que ficou para trás consegue avistar algo vindo voando do leste em sua direção. Belgorn avisa a todos o que tinha observado no horizonte e Veldrin tenta encontrar um local para o grupo se esconder na parte rochosa nas proximidades.  Agora com a aproximação das criaturas Belgorn e Lucian conseguem distinguir que são 2 Efretts.
                Já o grupo que se teleporta pra cidade avista uma cidade toda feita de pedra e metal e nada de madeira. O que o grupo consegue avistar são muitos effretis, salamandras e genasis do fogo. Jarek pede informações a um comerciante sobre a localização da estalagem fonte da água fria e a genasi lhes conta que eles estão com sorte pois a estalagem  se encontra a uns 3 quarteirões dali.
                Belgorn da um grito para avisar a Veldrin da aproximação dos Efrettis e já fala com Lucian para ir preparando a viagem planar. Veldrin volta para junto do grupo e eles usam da viagem planar para voltar para Eresch. Assim que Lucian termina a conjuração o grupo já aparece na cidade costeira de Sutr no império drakk.
                Os membros que foram para a cidadela de latão encontram Menosh no balcão da taverna bebendo sua cerveja.  O grupo sobe até o quarto que Menosh havia locado e de la se teleportam para onde o grupo havia se dividido inicialmente. Assim que teleportam o grupo consegui avistar 3 corpos queimados no chão e dois efrettis em volta dos corpos. Jarek sem pensar duas vezes toca no grupo e conjura a viagem planar de volta para Hvergelmir. O grupo aparece na estrada a cerca de metade do caminho entre Sutr e Hvergelmir.
                Jarek conversa com Menosh e fala com ele para tentar entrar em contato magicamente com Belgorn pra ver se realmente eles foram mortos ou eles usaram viagem planar e aquilo era um ardil dos Efrettis para tentar destruir-nos.
                Menosh consegue se comunicar com Belgorn e o grupo descobre que os efrettis tentaram engana-los e que Belgorn e os outros membros do grupo estão em Sutr. Menosh instrui a Belgorn vir com o grupo pela estrada e eles se encontram no meio do caminho.
                O grupo se reencontra e partem novamente para encontrar a passagem pelo muro e voltar para dentro do templo. Assim que chegam à cidade eles passam pelos muros externos e Jarek consegue perceber que os soldados estão bem apreensivos por não terem notícias da frota que partiu para o combate aos serpent folks.
                Assim que adentram a cidade percebem que a cidade está bem desprotegida mais ainda do que da primeira vez que eles vieram. Quando chegou ao muro onde haviam encontrado a passagem a mesma está sendo tampada por muitas pedras e o grupo já começa a estranhar esse acontecimento.
                O grupo começa a remover as pedras e quase uns 3 minutos se passam até que as pedras estivessem todas removidas.  Veldrin consegue abrir a passagem que estava novamente trancada assim que passam pela passagem eles se deparam com corpos já no inicio da floresta. Jarek consegue reparar que os corpos se tratam dos corpos de seguidores de Odin, Frey, frigga e Thor.  E os outros são de seguidores de Loki e pelo que conseguimos analisar o combate foi entre os seguidores de Loki contra os seguidores dos outros deuses.
                O grupo parte então diretamente para a entrada do templo por achar que os servos de Loki que sobreviveram foram também em direção a lá. Mais assim que analisam melhor as pegadas eles conseguem ver que na verdade eles foram direto para o castelo do rei.
                O grupo chega à entrada do templo e veem que a porta esta lacrada por dentro analisando a porta Veldrin descobre uma armadilha mágica de símbolo da morte e consegui desabilita-lá. Mais demora um pouco mais para conseguir desativar o mecanismo de abertura da porta cerca de quase 20 minutos. Assim que adentram a passagem veem bastante corpos de seguidores de Loki.
                O grupo segui adiante e se deparam com 8 cavaleiras montadas em cavalos com 8 patas e um combate sangrento tem inicio. As cavaleiras já conjuram uma magia que cria uma nuvem de tempestade logo acima do grupo e todos são bombardeados pelos relâmpagos um combate difícil para os dois lados, pois no fim do mesmo acabamos por perder Lucian que fora petrificado pelas habilidades de um dos cavalos de oito patas e foi destruído pelo Valquíria que o montava

Roll20 - Despertar do Devorador - 44ª Sessão

Participantes: Velchel, Belgorn, Menosh, Mirumoto, Jarek, Thandrar e Veldrin 

Após matarem as criaturas, o grupo decide esperar seus copos esfriarem por cerca de 1 hr para revista-los, e seguem viagem ruma ao vulcão. Estranhamente, o grupo não cruza com ninguém na estrada, mesmo sabendo que há uma festa na capital. Uma densa neblina cobre a estrada, e o grupo ouve tremores ao longe, como se fossem passos de criaturas gigantes, se aproximando. Cinco gigantes do gelo passam pelo grupo (mas sem percebê-los) se deslocando ao norte. A noite cai, e passa, sem maiores problemas. Thandrar e Menosh, conversando sobre a missão da ressureição de Ydersius, chegam a conclusão de que a armadura da Azaerlys não serviria para a ritual, pois ela, apesar de muito poderosa, não era um artefato. O grupo discute, e lembram da esfera que ficava na igreja de Escobibar, e era usada para canalizar a energia dos 13. A noite passa sem problemas, e o grupo segue viagem. A neblina aos poucos, diminui, e a temperatura, começa a subir aos poucos.
O grupo chega a um vale com algumas casas. Uma patrulha Drak aborda o grupo, e os questiona acerca dos seus objetivos. O grupo informa que estão tentando montar uma rota de comércio, e seguem sem problemas. O grupo segue viagem, e a densidade de casas e fazenda aumenta. O errante pode ser visto no céu, mas cada vez menor. Seguem viagem durante a noite, e uma cadeia de montanhas pode ser observada ao longe. Uma montanha maior do que as demais se destaca na cadeia, e uma grande cidade murada pode ser observada ao redor de sua base: a cidade de Hvgermir. Seus portões estão fechados com nenhum guarda a vista. O grupo descansa do lado de fora da cidade. O grupo descansa até + - 11 hrs da manhã, por terem viajado durante boa parte da noite, e nesse horário, os portões da cidade estão abertos. Um grande fluxo de pessoas transita pela entrada devido a festa que acontecerá na cidade. Não são observadas muitas pessoas em idade militar, pois as mesmas foram enviadas para a guerra. Ao se aproximarem pelo portão, o grupo nota um sacerdote no portão observando todos que atravessam, com um grande cristal no olho. Thandrar identifica a gema como uma gema de visão da verdade. 
O grupo desiste de passar pela entrada principal, pois a verdadeira imagem de Thandrar e Menosh seria revelada pela gema. Enquanto Thandrar e Menosh aguardam do lado de fora da cidade, os demais conversam com o sacerdote de Friga (Mestre Turmen) usando a gema na entrada da cidade, buscando informações. Descobrem um ferreiro chamado Carmuldson, que produz armas naturalmente encantadas. Descobrem tb informações sobre os templos de Valhala, que ficam localizados dentro do vulcão. O guarda informa que esse templo não pode ser visitado, pois os deuses moram lá, e não desejam serem incomodados. Após a conversa, eles adentram a cidade, com exceção de Belgorn, Thandrar e Menosh. O grupo negocia alguns itens, e vão para a taverna Descanso do Navegante. Alugam quartos, e seguem para um bairro de periferia, afim de obter informações dos tempos dentro do vulcão. Tentam informação em uma taverna, e após uma pequena discussão, Velchel assassina um homem que pediu um preço mto alto para falar. Após intimidarem os demais frequentadores da taverna, um homem se aproxima oferecendo informações. O mesmo informa que existe uma fortaleza no interior da montanha. Seu acesso é através de uma caverna que fica atrás do palácio. Dentro da montanha, há cinco templos: Frey, Friga, Loki, Thor (cada um em um ponto cardeal) e no centro um templo dedicado a Odin. Os templos são guardados por sacerdodes e guerreiros sagrados, e os altares, pela mãos de Deus. Informa tb que a uns 6 meses, uma senhora esteve no mesmo lugar, com interesse em coisas novas e interessado na arquitetura local, através de suborno de guardas teve acesso ao salão principal de Valhala. Sua descrição bate com a Sombrisa. 
Veldrin solicita o mesmo acesso, e o homem informa que o valor cobrado à senhora foi de 30 mil, e caso tenha interesse, poderão procurar por Tundar na barraca de cerâmica do mercado élfico, pois esse saberá contactá-lo. Veldrin segue o homem, e percebe que ele vai para a taverna do lado da taverna que o encontraram, entra para a cozinha, e não é mais visto. Menosh entra em contato magicamente com Veldrin, e o mesmo informa a sua localização, para que eles possam se encontrar. O grupo se encontra na taverna Descanso do Navegante. O grupo discute então a estratégia para coletar os itens necessários para o ritual, e a invasão à montanha. Decidem então buscar o artefato no templo em Escobibar, e o crânio de Idersyus em Koboldia, antes da invasão.
          O grupo parte para Escobibar. Teleportam para a Torre de Thandrar, e partem para o templo. Veldrin entra no templo pela janela, e pega a esfera sem problemas. Após, Menosh teleporta para Koboldia, pega o crânio de Idersyus. Catula conjura uma magia em Menosh, impedindo toda forma de detecção, para proteção dos artefatos. Menosh volta para Escobibar, e o grupo passa a noite na torre de Thandrar. Pela manhã, o grupo é acordado com uma forte explosão, vindo dos primeiros andares da torre. Ao investigarem, descobrem que a explosão vinha do quarto de Wyrwood. Jarek arromba a porta, e descobrem que Wyrwood tinha invocado um Efreet na esperança que ele o ajude a ressuscitar seu antigo mestre. Wyrwood é repreendido por todos. Após dispensar o Efreet, Thandrar conversa com Wilker e Wyrwood, e coloca o constructo sob responsabilidade de Wilker durante a ausência de Thandrar. Resolvida a confusão, o grupo teleporta novamente para a taverna Descanso do Navegante. O grupo segue para praça central da cidade, perto do palácio. Veldrin escala o muro, mas alguma criatura invisível ataca o ladino, e o mesmo cai do muro. O grupo analisa, e descobrem que a criatura tratava-se de um elemental do ar

domingo, 3 de setembro de 2017

Starfinder - Regras Opcionais - v1.0

Regras opcionais de armaduras em Starfinder

Em Starfinder as armaduras tem dois modos de funcionamento. 

No modo normal, a armadura funciona como uma armadura convencional de pathfinder, garantindo apenas proteção de classe de armadura, seja cinética ou de energia. Para destruir a armadura nesse modo, ela tem uma dureza e pontos de vida conforme descrito na pagina 409 do livro básico. Porém só é afetada quando for submetida a ataques diretos na armadura e não no personagem. Ataques diretos ao personagem não utilizam a dureza e os pontos de vida da armadura. 

Além disso há o modo de proteção ambiental leve, no qual se é criado um pequeno campo de força que embora não proteja contra ataques, ele protege contra vácuo e extremos climáticos de temperatura. Este modo consome energia. Uma armadura nova possui carga para 24h por nível da armadura. Deve ser gasto em incrementos de 1/1 hora. Também seus pontos de vida e dureza seguem as regras da página 409. 

O terceiro modo de combate. Chamado proteção ambiental completa. É produzido criando se um novo arranjo de proteção da armadura, isolando com blindagem as áreas anteriormente expostas. Produz um capacete e reforço em juntas. Com isso, passa a oferecer blindagem completa. Quando ativado a armadura oferece uma dureza de metade da dureza normal da armadura (arredondado para baixo) contra todos os ataques e, para atingir o usuário, deve-se depletar os pontos de vida da armadura primeiro. Ativar esse modo consome a energia da armadura na faixa de 1 minuto por hora de energia no modo de proteção ambiental leve. 

Em todos os três modos, quando os pontos de vida da armadura atingirem menos da metade a armadura adquire a condição danificada (broken). Quando ela estiver com os pontos de vida zerados ela é destruída e não oferece proteção e seu modo se reverte automaticamente para o modo normal. Ainda funciona em modo normal, porem com a condição danificada (broken) aplicada duas vezes. 

Armaduras Novas:

Correção no aprimoramento de armaduras:

Reforço Tensil (Tensile Reinforcement): Aumenta a dureza e os pontos de vida de uma armadura. Agora é subdividido em varias categorias. Embora a carga total da armadura permaneça conforme o nível original, o consumo aumenta em de acordo com o bônus de dureza. Por exemplo, um reforço tensil III leva a um consumo de energia de +1, isto é cada hora de proteção ambiental leve consome duas horas de carga enquanto cada minuto de proteção ambiental completa consome duas horas de carga. 

Reforço Tensil Nível Bônus de Dureza Bônus de pv Preço
I 1 +0 +3pv 150
II 2 +1 +6pv 600
III 3 +1 +9 1.350
IV 4 +2 +12 2.400
V 5 +2 +15 3.750
VII 7 +3 +21 7.350
IX 9 +4 +27 12.150
XI 11 +5 +33 18.150
XIII 13 +6 +39 25.350
XV 15 7 +45 33.750





domingo, 27 de agosto de 2017

Roll20 - Despertar do Devorador - 49ª Sessão

27/08/17

Participantes: Belgorn, Li shiang, Menosh, Ravn, Roland, Thandrar, Velchell e Velldrin.

     Falazure diz ter se arrependido de seus atos contra seu pai há muito tempo. E estava tentando convencer Ktonor ao mesmo. Porém o deus do sol estava obcecado pelo poder e os dois romperam contatos.
     Poucos meses após o rompimento Ktonor, Fal-Azure, começou a guerra Drak-Syrneth.
     Com perdas maciças dos dois lados, era obviamente uma guerra de aniquilação.
     Os Draks eram excelentes combatentes e mesmo com o poderio magico dos syrnethianos estava dificil manter o combate.
     Porém, há cerca de um ano o jogo passou a virar para os syrnethianos, uma serie de fracassos militares Draks e decisões estratégicas erradas levaram ao inicio de uma derrota Drak. O ultimo ataque da frota Drak e o fato de ter deixado a capital desguarnecida e em festa foi o fim da picada. Definitivamente algo estava sabotando os Draks.
     Fal-Azure, com auxilio de Sombrizza investigou Drak, Theah e Sigil e descobriu que Bjorn e sua divindade Loki, estavam trabalhando para Ktonor.
     Loki atacou o santuario do vulcão, disposto a destruir Ydersius de uma vez por todas enquanto Bjorn levou a frota Drak para uma armadilha e se teleportou de volta ao palacio real de Hvergir antes da batalha com Syrneth, para matar Floki. A maioria das tropas fieis a Loki havia ficado em Drak.
     Porém as outras divindades Draks, atraidas pela chegada do grupo, descobriram Loki e o destruiram.
     Bjorn atacou Floki e o matou. Porém a vitória não foi comemorada, pois a destruição do vulcão varreu do mapa a capital Drak.
     Felizmente Fal-Azure deu ordens para não confrontar a frota Drak. Utilizando-se de manobras de evasão, pode protelar a luta. Por isso, grande parte da frota Drak enviada para a morte certa foi preservada. Porém eles ainda são hostis aos Syrnethianos. Nesse momento estão voltando para a ilha de Drak, devido a uma mensagem que receberam de que a ilha estava sob ataque.
     De repente todos ouvem um barulho vindo do céu. Parece um lamento muito alto, como se algo há muito dormente, estivesse acordando depois de eras hibernando. Ao olharem para o céu, veem o cometa errante com um tamanho e um brilho que não fora visto desde a batalha contra os Khaasta. Com a morte súbita de milhares de pessoas em Hvergermir. 


     Imediatamente, de todos os locais cobertos de cinzas, começam a sair cadáveres animados. A cidade inteira se tornou morta-viva. Eles andam a esmo sem entender o que aconteceu.
     Embora a capital de Hvergermir tenha sido destruída, as cidades costeiras como Sutr sofreram apenas danos leves. Devem ser alertadas e protegidas da iminência de um ataque de mortos-vivos.
     Ydersius fala então pela primeira vez: Atropus acordou. Temos um problema de magnitude incalculável para resolvermos. Fal-Azure, reconheço que suas intenções sejam sinceras. Eu te perdoo.
     Dizendo isso gesticula e pronuncia palavras de poder indescritível. Todos os sobreviventes do grupo se curam e suas magias memorizadas são restauradas ao máximo, como se tivessem dormido uma boa noite de sono.
     Todos os que morreram na explosão, além de Damian e de Lucian aparecem vivos e também totalmente curados e descansados.
     Ydersius diz ter uma recompensa para cada um deles: todos ganham +2 de bônus inerente em cada um dos seis atributos.
     Fal-Azure também fala que deseja agradece-los por terem salvado seu pai. Diz que cada um pode requisitar a ela um favor. Basta chama-la em pensamentos e solicitar o favor.
     Alem disso, Fal-Azure fala algo a respeito dos Treze, Jarek e Lucian...
     Os treze heróis de outrora nos ajudaram durante a batalha contra os khaasta e seus aliados demônios.
     Porém, durante a traição minha e de meu irmão, ficamos em lados opostos. Meu irmão os capturou e usou seu poder para continuar a ter força. Foi uma época que Ktonor ficou mais ponderado. Cheguei até a pensar que ele havia ficado bom.
     A aura de Lucian tem pistas do que aconteceu com os treze.
     Utilizando de suas lembranças a nível do inconsciente pude apurar o seguinte. Os treze o utilizaram como receptáculo desde a sua libertação das estátuas até a chegada em Sutr, vila costeira do continente de Drak.
     Aqui, foi vitima de um envenenamento e durante sua inconsciência uma entidade, a mesma que removeu as estatuas da catedral de Escobibar, pegou as entidades que compõe os Treze e os substitui por um morto-vivo vassalo. Todo o tempo que Lucian esteve com o grupo, desde a vila de Sutr, não estava com o espirito dos Treze. E após sua morte, Jarek tambem estava com o morto vivo e não os Treze.
     Os Treze, ate onde meus poderes de adivinhação podem descobrir, estão na Cidadela da Exaustão.
     Diante das informações acima o grupo deve se dirigir a Sutr, para se reagruparem. Toda a região de Drak esta bloqueada para teletransporte por interferencia de Ktonor.
     Ydersius e Fal-Azure se transformam em dois grandes dragões. Podem perceber, que acima do dragão negro, forma-se a imagem de uma syrneth completamente negra. Fal-Azure se individualiza a Sombrizza. 

     O grupo sobe nos dois dragões ao mesmo tempo que um grupo de mortos-vivos tenta ataca-los sem sucesso. 

     Após alguns minutos de viagem, ao se aproximarem da vila de Sutr, podem ver alguns draks emergindo de um túnel. Próximos a eles há duas outras pessoas. Os dragões descem e um diálogo se inicia. 

     Os dois homens que estavam esperando à saída do túnel são Lorde Balkoth, um corpulento homen usando uma pesada espada larga e uma armadura feita de algum metal negro. Além dele há Li Shiang, um humano com algum parentesco racial com Mirumoto. Pelas suas vestes, parece ser um conjurador.
     Os dois deixam transparecer uma sensação de deja vu e dizem que vieram de outro tempo e espaço, para poderem recuperar um artefato.
     Do túnel saem Ravn, capitão de um navio drak e Floki, rei supremo dos draks. Além deles saem cerca de vinte outros soldados.
     Após uma conversa, inclusive de Ydersius, Fal-Azure e Floki; o grupo ruma para Sutr no intuito de iniciar a evacuação da ilha pois os mortos-vivos de Hvergermir se aproximam.
     Floki decide evacuar os moradores, usando a frota syrneth e drak combinada para a ilha das bruxas do inverno.
     Fal-Azure e Ydersius vão para Syrneth para se prepararem contra a vinda do Cometa Errante.
     O grupo de divide: Jarek, Lucian e Mirumoto resolvem ir para Sigil, no intuito de tentar descobrir mais alguma coisa a respeito da Cidadela da Exaustão e dos Treze. Jarek e Lucian encontram-se sem poderes, dada ao desaparecimento dos Treze, capturados ou destruídos pelo mestre da Cidadela da Exaustão. 

     O restante do grupo, resolve ir de navio, para o continente de Alethur. A ideia é descobrir algo a respeito das planícies de Tor Galan e dos usuários da magia de pactos. Para isso, irão aportar no reino vizinho de Isfahan, morada de Abdul e suas três esposas. No caminho resolvem fabricar alguns itens mágicos e retreinar algumas escolhas.








sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Roll20 - Despertar do Devorador - 48ª Sessão

13/07/17

Participantes: Belgorn, Damian, Jarek, Lucian, Menosh, Mirumoto, Thandrar, Vellchell, Veldrin. 

     O grupo se encontra na caverna dos templos no vulcão adormecido de Hvgermir. 
     Desde a batalha contra as Valquirias que não percebem mais nenhum movimento. Ao explorar o local, encontram apenas defensores mortos das quatro religiões exceto Loki. 
     Reunindo as relíquias dos outros quatro templos, vão ate o templo de Odin e colocam cada uma nos respectivos locais do altar. Este então se desloca, revelando uma escada em espiral. 
     O grupo desce com cuidado e chega a uma caverna cilíndrica. Próximo a face norte há um cristal com um corpo serpentiforme aprisionado. 
     Na frente desse cristal há um corpo estendido. É Loki. 

      Aparencendo na frente do cristal, quatro aspectos de divindade surgem: Odin, Thor, Frey e Frigga. Todos avancam e atacam o grupo. 

     Na batalha que se segue, um espirito assume o comando de Jarek e materializando uma lança, executa cada divindade que cai inconsciente, absorvendo seu poder. 
     Tres brijidines se juntam as divindades na defesa do cristal. Por fim, as divindades e as azatas sao derrotadas e seus poderes absorvidos por Jarek, apesar da tentativa de intervenção por parte de Vellchell. 

     Menosh se adianta e inicia o ritual de restauração de Ydersius, sacrificando o artefato de Escobibar e quebrando o cristal. Atraido pela destruição de um artefato criado por ele, Ktonor se teleporta para a sala, com chamas envolvendo parte do local. Se prepara para atacar o grupo. Imediatamente Fal-Azure, possuindo o corpo da mãe de Veldrin, Sombrizza Kashmir, também se teleporta e para a surpresa de todos, ordena proteger Ydersius e começa a atacar Ktonor. 
     Enquanto Ktonor conjura algumas magias desconhecidas o chão começa a tremer e liberar um gás empoeirado. A escada cujo grupo descera se desfaz. 
     Fal-Azure se aproxima de Menosh, junto com Belgorn, conjurando uma esfera prismática. Os outros tentam atacar e distrair Ktonor, sem muito sucesso. 
    Segundos após a conjuração da esfera prismática Ktonor se teleporta, banido por uma magia de desejo, conjurada por Fal-Azure. No momento seguinte uma violenta explosão sacode o local. O vulcão de Hvgermir, do tipo piroclástico, simplesmente explode, matando instantaneamente a todos dentro do local, com exceção aos protegidos dentro da esfera de luz. 

    A explosão é fortíssima e mesmo os que estão dentro da esfera tem dificuldade de permanecer em pé. 
    Com muita dificuldade Menosh conclui o ritual e Ydersius termina de se reformar. Ele assume a forma de um serpentfolk com a tonalidade de um marrom escuro, semelhante a fusão das cores de Ktonor e Fal-Azure. 

     A medida que o barulho e as explosões do lado de fora vão diminuindo, Ydersius e sua filha se encaram. Ela se ajoelha na frente dele e implora perdão, dizendo que só não o havia libertado antes devido ao fato do crânio ter desaparecido. 
     A explosão acaba e os sobreviventes do grupo, acompanhados de Ydersius e Sombrizza/Fal-Azure se encontram no centro de uma grande explosão. A cidade ao longe esta em ruínas, parcialmente coberta por milhares de toneladas de cinzas. 
     Lucian, Damian, Jarek, Veldrin, Mirumoto e Velchell estão mortos. 





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