terça-feira, 13 de novembro de 2018

O Caminho do Perverso - 10ª Sessão


13/11/18


O grupo resolve reverter a petrificação o antigo sacerdote e utiliza-lo em sacrifício.


Os Lamentos de Appolyon dizem o seguinte:

Os Lamentos de Appolyon

     Eis a nossa vergonha que nós, os Filhos do Pálido Cavaleiro, falhamos em nossa hora mais sombria para defender nosso Príncipe, o imortal e sempre malévolo Vetra-Kali que come olhos.
     Mas eu já vi isso! Eu vi o caminho para o arrependimento! 666 orações. Três por dia, vão quebrar o selo odiado. Com cada oração deve-se banhar
o selo na água profana e intonar o canto maldito.
     Ao toque da meia-noite, todos os dias chamam a atenção à Súplica às Trevas. Rezar para a escuridão assim que seremos perdoados. Na primeira meia noite fazer o primeiro sacrifício - um do nosso próprio sangue - assim
que Vetra-Kali saberá que estamos arrependidos.
     À primeira luz de cada alvorada convoca o Amaldiçoando a Luz. Resposta a propagação do Senhor  Brilhante com nosso desafio inflexível. Após a 111ª maldição, faça o segundo sacrifício - um verdadeiro crente de Mitra - de modo que o deus amaldiçoado dos os invasores saberá que não o tememos e
que seu poder de manter nosso mestre à distância está acabando.
     No crepúsculo, quando a escuridão retorna a cada dia, proclamem a Chamada através do Vazio. Recite o nome de Vetra-Kali para que ele possa nos ouvir e voltar. Com a chamada final oferece o terceiro sacrifício - um dos
Sangue do próprio Victor. Pelo mesmo sangue que enjaulado
ele assim nosso mestre será libertado.
     Deixai vós com sabedoria compreender. Uma vez a final oração é pronunciada no 222º anoitecer, Vetra-Kali começará sua longa travessia através da grande roda.
     No bater da meia-noite naquele dia ele vai emergir em seu Santuário e o Selo se despedaçará. Dia abençoado! Esteja pronto, meus irmãos. Os olhos dele foram roubados dele. Devolva-os e o O príncipe honrará você com uma tarefa para cada um.
     Para o Olho da Vigilância pedir apenas por sua misericórdia
sobre nós mortais e alegamos que ele faça você e aos seus nenhum dano. Porque a sua ira será grande.
     Para o Olho do Ódio pedir seu maior presente - as Lágrimas de Achlys para que mais uma vez a cada esquina do mundo possa se conhecer sua misericórdia.
     Para o Olho Murcho perguntar o que você deseja para em sua gratidão, ele deve responder a sua acusação.
     E então eis que o príncipe foi restaurado. Todos devem
conheça suas bênçãos de pestilência e desespero.


     O Antigo entoa então a prece Profana, utilizando a adaga da estátua e desferindo potentes golpes no peito do maligno sacerdote. A cada golpe, chamas verdes riscam o ar,
     Por fim, o Antigo retira o coração do cadáver, depositando a adaga na mão direita da estátua de Vetra-Kali e o coração na bacia que repousa na mão direita da estátua. Ao mesmo tempo Walter derrama água profana no Selo de Mitra.
     A adaga se torna de pedra e o coração se incendeia com grandes labaredas verdes que incendeia e espalham por todo o chifre de Abbadon queimando a vegetação e expondo a montanha a toda sua glória. A montanha brilha em chamas verdes e runas malignas brilhantes.



     Para o céu emerge uma imensa labareda de chamas verdes, que explodem nas nuvens com um fulgor verde que pode ser visto a dezenas de quilômetros de distância. Junto com as chamas um trovão como o som de gritos de sofrimento ecoa por todo o local.



     Por fim o som e as chamas cessam. 
     Persiste somente o coração em chamas na estatua e uma leve fluorescência na montanha.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A Hora Mais Escura - 4ª Sessão - 21/10/18



21/10/18

Participantes:

Bair Lavrov (Humano/Druida)

Capitão Jack (Humano/Ranger)

Derfel (Human/Guerreiro)

Invoker (Humano/Mago Invocador)

Pitter

Luiz Felipe

     O grupo acorda novamente na praia. Katrina e Debbie não se encontra na praia.
     Há fragmentos madeira por todo o lado.
     Avançam pela praia em direção a leste e encontram o barco com as lagostrosidades. As criaturas estão estraçalhando o barco e os corpos lá dentro.
     Na mata encontram um vulto que está encostado em um tronco. Ao se aproximarem alguma criatura sai voando e o corpo cai. Há furos e lacerações no corpo. Parece que a criatura que o matou, se alimentava de sangue. Encontram adagas e um corselete destruído.
     Ao decapitarem o cadáver descobrem que os furos deixavam o cadáver oco, como se a criatura estivesse controlando-o por dentro.
     Destroem as lagostrosidades com pouco esforço.
     Ao reconstruírem os papeis acham o timbre da Casa Nobre Volcan, da Dinastia de Dreskeryn. Além disso, encontram algumas palavras e frases: ...estranho frio profetizado...  migração em massa... encontro do refúgio... amarelo...
      Após caminharem mais um pouco encontram um outro bárbaro drak naufragado.
      Amanhece e após alguns quilômetros, veem a pequena vila.
      É uma vila humana e meio-elfa. Os nativos observam o grupo.
      No mar, observam um navio navegando em direção a vila. É o navio do barão.
      Os habitantes falam da Dinastia Pálida, invasores que atacaram e conquistaram vilas há cerca de um ano.
       Falam também de um sacerdote de Mitra que falou que a princesa Frantchesca teve um sonho cataclísmico-premonitório há alguns dias, porém ninguém acreditou.
     O barão e sua filha desembarcam com sobreviventes do seu barco. Os outros dois barcos desapareceram. Dizem que a tempestade devastou a armada. Katrina está com eles.
     Tentam se hospedar, porém não tem dinheiro.
      No armazém encontram itens comuns.
     A Vila se chama Swanfell e se localiza no baronato de Ileon. Os nativos dizem que a vila de Yela Nalore teria mais condições de suportar os sobreviventes.
     Um grupo de goblins ataca a vila. Utilizam fundas e bombas explosivas. O grupo foge, tentando levar o maior número possível de sobreviventes.
     Caminham pela mata de maneira muito mais fácil do que a outra vez.
     No trajeto comem frutas contaminadas e pegam diarreia.
     Chegam na vila. Senhora Kindernis fala que seu marido foi a Ileon saber mais sobre a profecia.
     Senhora Kindernis deseja ajuda para resolver o mistério de seu jardim e as rosas capturadas. Em troca ela fornece alimentação e alojamento.
     Há três dias uma das rosas do jardim sumiu e em seu lugar apareceu uma estranha flor roxa.
     Na noite seguinte o guarda dormiu e a flor foi trocada. A flor trocada não pertence a este mundo.
     Ela tem medo de que alguém está invadindo a casa fortificada.
     O grupo decide armar uma vigília no jardim ficando em posições estratégicas.
     No meio da noite um estranho indivíduo salta por uma janela fechada. Aparentemente abriu um portal. Ao visualizar o grupo ele salta de novo para dentro do portal, desaparecendo. Ele deixa cair uma flor roxa e leva uma rosa comum.
      O grupo usa uma rosa comum para ativar o portal e atravessam. Saem em um beco cheio de uma névoa enfumaçada que faz os seus olhos arderem. O local está cheio de pessoas das mais variadas raças. De repente esbarram em uma criatura diabólica que ameaça o grupo, porem são salvos por Cascoforte, um bariau macho que lhes leva a uma estalagem e explica que estão em Sigil, no centro do universo. Cascoforte conversa pesadamente através de gírias.
     Cascoforte fala das facções e que pertence a Ordem Transcendente.
     Durante a estada em Sigil descobrem variadas raças como o Rogue Modron.
     O grupo acha uma floricultura que vende a flor rocha. Armam uma emboscada, porém ninguém conhecido compra a flor exceto um tiefling de menor importância.
     O grupo decide retornar ao plano material.
     O grupo volta para a casa da senhora Kindernis e conta sobre a passagem para Sigil.
      Eneas chega na cidade e o grupo o poe a par do que está acontecendo.
      Esperando novamente de tocais o grupo captura um tiefling em um buraco. Pressionado ele revela fazer parte de um grupo de saqueadores de Sigil que foi contratado por habitantes daquele mundo para matar Eneas. Os saqueadores estão sob o comando de Yangol e estão baseados em uma casa de Sigil.
     O grupo decide ir para Sigil e enfrentar os saqueadores em sua própria base.
     Saltam do portal e preparam-se para a batalha.



quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O Caminho do Perverso - 9ª Sessão

07/09/18


       O grupo por fim resolve explorar a ultima câmara da fortaleza e lá encontram um enorme sino de prata acorrentado a uma estatua demoníaca de vários braços. Não precisa de muito para ver que o sino é o selo que impede Vetra Kali de retorna para aquele mundo.
      Com as ideias mais uma vez no lugar os planos nefastos  do grupo são postos em pratica primeiro precisão garantir uma rota segura pela floresta  assim poderiam trazer suprimentos para a fortaleza e manter suas operações e para isso o grande Ente Jurak ultimo guardião do bosque precisava morrer. Após um breve preparo todos partem vegetação adentro com a intenção de criar uma armadilha e destruir Jurak após chegar a uma posição favorável,  fogo é ateado na mata para que a fúria de Jurak fosse atraída e o mesmo não se demora a aparecer  fazendo chover pedras enormes sobre o grupo. O combate se fazia acirrado ambos os lados começavam a apresentar sinais de fadiga, mas nesse momento Walter o clérigo de Azmodeus  olha na direção de Jurak e começar a falar palavras estranhas  e o Ente começa a agir estranhamente atacando seus aliados e por fim arrebentando a própria cabeça colocando um fim na loucura que o acometia.

         Uma vez terminando com os inimigos restantes Jurak se ergue mais uma vez, mas agora era um enorme zombie a serviço do clérigo e agora atendia pela alcunha de “Galho podre”.

      Retornando a fortaleza e curando seus ferimentos agora partem para a cidade levando prata e ouro suficientes para suprir tudo que precisarem no momento. Dentro da cidade eles vão de encontro ao Barão Arcove que nem se quer esboça preocupação em ajuda-los  pois sabe que ao final será imensamente recompensado. Após discutir os planos futuros com o Barão  e o  6° nó o retorno para a fortaleza que é o chifre de abadon tem seu inicio agora levando os integrantes que ficaram para traz do grupo e vários “garotos” que o barão cedeu, mas uma desconfiança paira no ar a líder do 6° nó parece tramar algo e em contra medida a isso a ladina fica para traz incumbida de não somente espionar o grupo rival mas também manipular seus membros para que não fiquem no caminho.

    Mais uma vez de volta ao chifre todos começam a trabalhar, o clérigo não hesita em arrastar um dos rapazes do barão Arcove e o sacrificar para destruir um templo dedicado a mitra deixado pelos antigos invasores, Lovell o conjurador não perde tempo e reanima o antigo golem, os rituais são cumpridos  alguns cães demoníacos, pesadelos,  homens lama  são invocados e os reparos necessários progridem a toda velocidade.

    O que resta é começar o ritual para que este mundo testemunhe mais uma vez a maldade de Vetra Kaly.

O Caminho do Perverso - 8ª Sessão

26/08/18


 Após examinarem o primeiro nível ficou certo de que um pequeno regimento de clérigos e guerreiros se alojava ali e que apesar dos danos pelo tempo seria relativamente barato colocar tudo minimamente operacional novamente. Foram encontrados evidencias de que o exercito de mitra invadiu e expurgou o local, um enorme cadáver de miniaturo foi encontrado vindo a ser reanimado como zumbi mais tarde pelos conjuradores do grupo. Uma sala com vários troféus conquistados dos traidores da ordem dos filhos do cavaleiro pálido que consistiam em sua maioria pela cabeça dos mesmos a única diferente era uma cabeça de pedra fora do pedestal.
  No segundo nível mais alojamentos foram encontrados, no que parecia um alojamento de um oficial o grupo é atacado por duas gosmas cobertas de folhagem. Uma vez derrotando as criaturas a exploração continua nada muito diferente do primeiro nível, exceto por um mural com pinturas que o mago do grupo identificou como sendo rituais para invocar servos demoníacos.
   O grupo ansioso por não ter encontrado resistência intencional em seu caminho resolve se preparar melhor para o terceiro nível. Usando o olho da vigilância de Vetrakaly o Antigo um dos conjuradores do grupo determina que os guardiões de Vetrakaly protegem a entrada para o santuário superior onde o mestre deles estava selado.
   Uma vez no terceiro andar o grupo segue com muita cautela, mas não se demora a perceber que foi onde a batalha dos seguidores de Mitra contra o Culto foi mais feroz marcas na preda maciça deixavam isso bem evidente. A sala em que entraram parecia ser uma biblioteca com vastos manuscritos de conhecimento proibido que infelizmente agora estava silenciado para sempre pelo fogo tirando alguns restos de livros chamuscados ilegíveis tudo que havia ali agora era uma estatua sem cabeça que irradiava uma fraca aura magica. A próxima sala era completamente negra exceto por uma única silhueta de uma pessoa no fundo da sala seja o que houve ali não existia nem mesmo poeira para provar que existia alguém ali. Na sequencia um maldito templo de Mitra estava ali e não importava o que se fizesse se recusava a desaparecer sem as devidas providencias.
   Após mais algumas salas chega-se a um enorme templo dedicado aos 4 cavaleiros cada um com uma ostensiva estatua mas a do cavaleiro da morte se destacava como se a própria morte estivesse diante de todos um medo primordial irrompe no coração de todos os paralisando por exceção de uma única pessoa que institivamente grita “SALVE VETRAKALY” fazendo com que uma passagem ao lado se iluminasse como o único que ainda podia se mexer  o Antigo adentra a sala mas da de cara com 4 espectros 3 pequenos e facilmente reconhecidos como os primeiros enviados do Cardeal para cumprir a tarefa e um maior e consciente que pergunta o que o mago e seus amigos queriam ali e mesmo dizendo que eles queriam ressuscitar o culto o espectro exige provas e ordena aos menores a atacarem o mago que temendo por sua vida ergue o manual encontrado na caverna dos bogards, reconhecendo o livro o espectro cessa as hostilidades e reconhece que as intenções do grupo são verdadeiras não importando os motivos assim passa a cooperar com o grupo revelando onde esta o tesouro remanescente do Culto e fazendo com que os demônios que guardava a próxima sala reconhecessem o grupo como aliados. Ao se reunirem novamente e curarem seus males varias metas foram estabelecidas mas pelo bem delas o grande Treante devia morrer.

O Caminho do Perverso - 7ª Sessão

12/08/18


Aguardo avaliação, se precisar de editar alguma coisa me fala. Desculpa a demora, to meio garrado com o restaurante.

Após reagrupar na mansão do Adrastus, o grupo encontra com um humano careca com vestimentas vermelhas e detalhes dourados, ele se auto denomina O Antigo, o mesmo já está marcado com o símbolo dos perversos.
Ao entrar na mata em busca da do Chifre de Abbadon, o 9º nono nó encontra umas runas gravadas em uma rocha em formato de circular que era um círculo de invocação Celestial. Ao andar mais um pouco, uma nova montanha é avistada, em volta há uma mata bem fechada, que impede a grande parte percepção visual, mas foi possível perceber que alguém os observava. Após 2h de exploração da montanha nada foi encontrado, ao seguir em direção a outra montanha uma flecha voa e atinge uma árvore, com um pergaminho enrolado com uma ameaça da ordem da serpente dizendo para irem embora. Mas um difícil combate é iniciado e os inimigos são vencidos, um dos inimigos é interrogado, mas grita por JURAK.
Após alguns minutos o zikomo, um sapo noiado, aparece soprando fumaça maconha nos guerreiros do 9º nó, ao conversarem o Zaikon oferece ajuda para correr dos entes, porém, será necessário matar o chefe da civilização que vive nas montanhas.
Ao caminhar alguns minutos, chegam em uma montanha maior que as demais, com algumas entradas que aparenta ser uma caverna. Ao chegar, algumas criaturas aparecem e o Zaikon diz a um deles que o este é o fim, que ele é o melhor para comandar a civilização. Um incrível combate mano a mano entre o inimigo do Zaikon e o Trevain se inicia, quando o Trevain estava para cair o líder entra em combustão espontânea e morre queimado.
O Zaikon começa a apresentar a caverna para os membros do 9º nó, mostrando armadilhas, recursos naturais, e todas as formas de sobrevivência dentro daquelas cavernas. Em umas das salas ninguém ainda tinha explorado, o Antigo se transformou em gás e entrou, ao chegar encontrou um esqueleto com uma adaga enfiada na garganta, uma esmeralda jogada ao chão e um livro em uma das mãos, escrito os “Os Lamentos de Appolion” que é o cavaleiro do apocalipse da doença. Ao segurar a esmeralda O Antigo teve várias visões dos locais que ele pensava. E no livro estava escrito a história de Victor, e dizendo sobre o ritual de Vetra Kali, mas não dá detalhes.
Após a volta do Antigo os membros terminam de explorar os andares superiores, e descobrem uma incrível fortaleza para realizar o ritual para invocação de Vetra Kali.